TRAGÉDIA

Antes do jogo, torcedor demonstrou insatisfação com Wandick

Fora de campo a segurança bicolor foi aplicada.
E 12.778 torcedores lotaram a Curuzu, proporcionando arrecadação de R$ 334.350,00.
Em campo, o time alvi-celeste apresentou-se sem força e meio-campo inoperante com Rafael Tavares não criando absolutamente nada.
Everton Silva, Rafael Tavares e Denis jogaram pedra em Mangueira. Picachu foi anulado por Ruan.
Paysandu sentiu a ausência de Augusto Recife.
Com a derrota de 2 x 1 para o Cuiabá (MT), dentro da Curuzu, ficou difícil a classificação do Paysandu na série C do campeonato brasileiro.
O aparente domínio bicolor durou 14 minutos, até o gol de Bruno veiga.
Elanardo e Gilsinho comandaram as jogadas de contra-ataque do time cuiabano.
E em jogada perdida por Bruno Veiga, Bosco toma a bola e lança Careca que bateu direto fazendo 1 x 1 aos 30 minutos.
Com time travado, as mudanças processadas por Mazola não renderam. No futebol, erros de passes é fatal. Paysandu errou muito!
Aos 37 minutos, Charles pegou guizas de Bombinha e este fez 2 x 1. É a terceira vez que Charles entrega a ouro: foi assim contra o Remo, no campeonato estadual deste ano; contra o Brasília, pela Copa Verde, e no sábado, 20, contra o Cuiabá.
É o que há!

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100 JOGOS

Dewson (a esquerda) conversa com Guilhermino sobre FLA-FLU

Nunca gostou de jogar bola, mas tinha por hábito organizar “peladas” na comunidade.
Único homem de uma prole de três filhos do casal Fernando Lucas Oliveira da Silva e Maria do Socorro de Freitas, belenense, criado na Tavares Bastos, Marambaia.
Licenciado em Língua Portuguesa e Literatura Brasileira pela UFPA, fala espanhol e estuda inglês e leciona em escola pública de Santa Izabel do Pará, distante de Belém a 30 km.
Foi o pai que viu que o menino moreno, esguio, apitando jogos da comunidade, tinha pendor para o apito.
- Maria, vai à federação ver o que é preciso para inscrever o Dewson no curso de arbitragem – disse o pai, Fernando Lucas.
Acompanhado da mãe, a senhora Maria do Socorro, em 2004, Dewson chega à FPF e começa pelo Departamento Suburbano. Em 2005 participa do curso e ganha o canudo de árbitro com louvor pelas notas obtidas.
Dewson Fernando Freitas da Silva, 33, no início de 2012, nos testes da CBF, na Granja Comari (RJ), se destacou, sendo o melhor do Brasil. Em novembro veio à recompensa: árbitro de futebol aspirante à FIFA.
Em 2012 apitou dois RE-PAs e se houve bem e, no final da temporada, foi escolhido o melhor do Pará. Em 2013 um RE-PA; 2014 mais um RE-PA.
Na segunda quinzena de fevereiro de 2013, no Campus da OAB/Goiânia, onde a CBF realizou os testes de início de temporada para os árbitros do quadro nacional, Dewson arrebentou: 10 nas três baterias.
Este ano, no teste-Fifa, na Granja Comary-RJ, Dewson obteve as maiores notas nos testes teórico, psicológico, regras de arbitragem e social (não bebe e nem fuma).
Quarta-feira, 17, a Comissão Nacional de Arbitragem escalou Dewson para apitar o clássico mais elegante do futebol brasileiro: FLA-FLU, domingo, 21, no Maracanã.
É o centésimo jogo de Dewson com o escudo da CBF. O primeiro jogo dele como árbitro nacional aconteceu em Macapá, no “Glicério Marques”, em 2011, pela Copa do Brasil, entre Trem 1 x 4 Náutico. O primeiro jogo pelo campeonato brasileiro aconteceu no “Moisés Lucareli”, em São Paulo, em 2011, pela série B: Ponte Preta 4 x 1 ICASA.
Na tarde de sexta-feira o repórter José Maria Trindade, editor desta página, conversou com Dewson, e ele, como de sempre, se destaca pela humildade: “Peço a Deus que me mantenha sereno e humilde. Estou tranquilo…Sabes… Este ano – espero – recebo o escudeto da Fifa. Desculpe, Zé, mas não posso conceder entrevista antes e depois de jogos importantes. Entendes…”
É claro que entendo, Dewson. O FLA-FLU como o 100 jogos na sua carreira é um prêmio dos deuses do futebol.
É o que há!

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NO MATO SEM CACHORRO

Edvaldo Meireles desistiu da chapa de oposição

Toninho Assef, ex-presidente bicolor, convidou o Promotor Público Newton Gurjão para liderar chapa de oposição a Novos Rumos Pra Sempre, encabeçada por Alberto Maia e Serra.
Gurjão, que é conselheiro bicolor, disse “não”, por serem  contemporâneos de bancos da UFPA. “Não posso trair o amigo”, refutou.
Com a desistência de Gurjão, Assef se calou e não compareceu à reunião da PRÓ-PAPÃO no dia 9 de setembro. Neste dia ficou definido entre Edvaldo Meireles, Bira Lima, Alacy Nahum, Luís Lopes e outros bicolores que no dia 18 voltariam a reunir para apresentação da chapa.
Na noite de quinta-feira, 18, na sala do Conselho Deliberativo do clube, Edvaldo Meireles comunicou aos pares que desistia de participar da campanha de oposição, porque estava empenhado em projeto empresarial. É verdade! Mas há um  quê!…
Em mente, Meireles tinha a ideia de tentar convencer o ex-presidente Ricardo Costa Rezende a participar da PRÓ-PAPÃO, sendo o nome de proa da chapa. Meireles telefonou para Rezende e este ao atender, Meireles se identificou…Não houve resposta. Meireles entendeu que Ricardo desligou o telefone…
Após a reunião, o blog entrevistou Meireles sobre o quê da desistência da PRÓ-PAPÃO e o empresário revelou: “Entendo que só há um nome para encarar o Maia: Ricardo Rezende, mas ele não quis papo. Então, estou fora. Comuniquei aos meus colegas e se eles quiserem continuar estão livres, mas eu estou fora”, disse.
Pelo telefone, o blog conversou com Ricardo Rezende sobre o assunto: “Já falei que voto no Wandick, mas como ele não quer concorrer, não voto em ninguém. E não falo com Edvaldo Meireles”, disse.
Com a posição definida de Ricardo Rezende, oposição fica no mato sem cachorro.
É o que há!

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ESTATUTO DEFESADO

Promotor Público Domingos Sávio: "Estatuto do Torcedor está defesado"

Domingos Sávio e Newton Gurjão são promotores públicos enfronhados com o sistema de segurança dos jogos de futebol profissional realizados em Belém.
Na tarde de quarta-feira, 17, André Cavalcante, diretor jurídico do Clube do Remo, entrou com Representação junto ao MP para que o órgão cumpra com a execução da sentença do juiz Marco Antônio Lobo Castelo Branco que, em novembro de 2011, extinguiu REMOÇADA e TERROR BICOLOR e suas sucessoras.
Dependendo da agenda da PM, promotor público Newton Gurjão pode convocar CR, PSC, FPF, PM e órgãos envolvidos nas seguranças dos jogos de futebol para reunião sexta-feira, 19.
Depois de conversar com promotor Newton Gurjão, domingo, 15, bati à porta da residência do promotor Domingos Sávio de Campos, 51, que falou sobre a defasagem do Estatuto do Torcedor, das omissões de Remo e Paysandu em seus campos e da conscientização da sociedade em mudar o estado de coisa.
TT – Estatuto do Torcedor.
DS – Começo a perceber que para ações das torcidas organizadas o Estatuto está ultrapassado. Analisando o fato social que existe hoje no Brasil com relação a violência pesada eu penso que o Estatuto merece ser modificado.
TT – Exemplo.
DS – O Estatuto fala em arruaça, confusão, “tumulto” (que é o termo usado no Estatuto), mas em Bragança nós vimos um torcedor arremessar uma pedra contra uma outra pessoa. Isso ultrapassa o tumulto. Se essa pedrada pega numa pessoa (uma criança) pode matar. Poderia causar morte. O Estatuto tem que ser modificado, e para esses torcedores marginais a lei tem que ser mais rigorosa.
TT – Impunidade do Estatuto
DS – Nós vivemos num país em que a impunidade é tão forte – mas tão forte – que vou mais além: as pessoas matam as outras pessoas e nã vão presas. Pior: ela é condenada no juri e não vai presa porque no Brasil se trata de forma benéfica o crminoso. O exemplo é o caso do jornalista Pimenta das Neves que matou a namorada, confessou, depois de alguns anos ele foi recolhido a prisão domiciliar. E nós não podemos separar a questão da futebol da sociedade.
TT – Chegou a hora.
DS – É verdade. MP, FPF, PM, Clubes, imprensa, torcedor de bem podemos sim fazer algo pra acabar com este estado de coisa. Os torcedores de bem comecem a vigiar dentro do estádio os torcedores que causam tumulto.
TT – A PM dá segurança pra esses torcedores do mal.
DS – Isso ocorre no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas e Rio Grande do Sul. A PM escolta essas torcidas até o estádio. Deve ser escoltada, sim, se não for, acontecem mortes, e o Estado é culpado. O que não pode é deixá-los sozinhos dentro do estádio. Tem que haver vigilância policial.
TT – CR e PSC.
DS – Domingo, em Bragança, houve descuido da segurança do Remo. A segurança do clube não viu que havia pedras no campo? Não pode! No jogo do Paysandu contra o Salgueiro, o garoto disse que encontrou a garrafa no chão do estádio. Como uma garrafa pet entra no estádio? Então, é um conjunto de fatos que se torna difícil trabalhar com isso.
TT – Câmeras.
DS – É fundamentel nos campos de futebol. As torcidas bandidas são chamadas de organizadas e nós somos desorganizados. A tecnologia é a principal arma contra os bandidos. Se CR e PSC têm câmeras de monitoramentos em seus campos imediatamente se identifica o foco do problema. Tem que ter uma atenção especial voltada para isso. Os próximos jogos em Belém serão testes para Remo e Paysandu.
TT – As medidas de Remo e Paysandu.
DS – Vejo com bons olhos os trabalhos de Alberto Maia, do Alexandre Pires, do Antônio Maciel (são excelentes e têm visão moderna) e no Remo o Marco Antônio, o “Magnata”, e o André Cavalcante (que, também, são excelentes advogados) e, pela primeira vez, estou muito esperançoso que Remo e Paysandu, definitivamente, se interessem pela questão da segurança e das torcidas.
TT – Meia entrada.
DS – Paysandu e Remo têm que ter portões específicos para essas entradas e anotar quem leva a meia entrada e no dia do jogo confirmar se foi o “josé” que recebeu o ingresso. Se não for assim, quem pega antecipadamente vende para os cambistas. A meia entrada é uma das portas abertas para o torcedor bandido entrar no estáio.
TT – Ação do Remo junto ao MP
DS – Cabe! O MP fez isso havia sete anos e somente agora o Remo se manifesta. Quem são os principais interessados? Não são Remo e Paysandu? E o que eles fizeram até hoje? Certíssimo o Remo, mas deveria ser Remo e Paysandu. Remo e Paysandu são os terceiros interessados! E somenta agora, o Remo, pede a execução da sentença. Ainda bem! Ministério Público, Remo e Paysandu vão assinar em conjunto a Ação do juiz Marco Antônio Lobo Castelo Branco.
Encerrando a entrevista, promotor público Domingos Sávio citou exemplo da inércia de CR e PSC em relação ao Estatuto do Idoso, que diz que o sexagenário tem que pagar meia-entrada em casas de espetáculos, mas aqui, nos campos de futebol, eles entram de graça, porque Remo e Paysandu não procuram fazer valer seus direitos. “Quem são os maiores inrteressados em que as arrecadações, nos estádios, aumentem? É o Ministério Público ou Remo e Payandu? Alberto Maia, no Paysandu, e “Magnata”, no Remo, têm muita coisa pra fazerem em prol dos clubes”, concluiu Domingos Sávio, Promotor Público da Terceira Promotoria do Patrimônio Público do Estado do Pará.
É o que há!

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EXECUÇÃO DE SENTENÇA

Advogados André e Marco Antônio preparando ação

Diretoria azulina decidiu que organizadas não mais entrarão em estádios nos jogos do Clube do Remo.
André Cavalcante, chefe do setor jurídico, e o vice-presidente, Marco Antônio Pina, reuniram na tarde de terça-feira, 16, e prepararam Ação de Execução de Sentença que chegará nesta quarta-feira, 17, no Ministério Público do Estado do Pará.
Com a sentença do juiz Marco Antônio Lobo Castelo Branco, de 11 de novembro de 2007, que extinguiu TERROR BICOLOR E REMOÇADA e as homônimas, Boletim de Ocorrência dos tumultos ocorridos no “Diogão”, em Bragança, por ocasão do jogo do grupo A-2, da série D, do campeonato brasileiro, entre Remo 3 x 2 River-PI, domingo, 15, jurídico do Leão Azul se respaldará para que a diretoria possa agir nos próximos jogos do clube de Periçá.
O QUE DIZ O DISPOSITIVO DA DECISÃO DO JUIZ MARCO ANTÔNIO LOBO CASTELO BRANCO:
“Ante o exposto e por tudo o mais que dos autos consta julgo procedente o pedido do Ministérrio Público para determinar a extinção das torcidas organizadas, GRÊMIO RECREATIVO E SOCIAL TERROR BICOLOR E ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA INDEPENDENTE TORCIDA ORGANIZADA REMOÇADA, ficando confirmada a antecipação de tutel de suspensão até o trânsito erm julgado da sentença, ficando dissolvidas as referidas associações. Determino ainda que se procea ao cancelamento de seus respectivos atos constitutivos e posteriores alterações nos Cartórios de Títulos e Documentros. Fica desde já determinada a extensão da antecipação da tutela para impedir que qualquer torcedor ingresse nos estádios paraenses com qualquer material alusivo à expressão Terror Bicolor, incluindo-se as homônimas que nada mais são senão uma fraude à execução da sentença, como por exemplo a Terror Fiel Bicolor. Saibam os integrantes de tais agremiações que estão na ilegalidade, na ilicitude, ao lado do crime, acaso insistam na existência clandestina ou disfarçada de tais torcidas, estando sujeitos às leis penais, inclusive por desobediência a esta sentença, sem prejuízo da cobrança da multa…”
Segundo o advogado Andrè Cavalcante “não houve recurso ou todos os recursos possíveis não prosperaram”. Portanto, TERROR E REMOÇADO continuam na ilegalidade.
Agindo de boa-fé, PM de Bragança, colocou dentro do estádio “Diogão” torcedores da torcida ESPORÃO DO GALO (River-PI).
O blog teve acesso ao depoimento de Lucas Samuel de Araújo Batista: “…QUE ao chegarem em Bragança receberam escolta do choque da PM até o estádio e lá entraram com o choque da PM; QUE foram recebidos de forma agressiva pela torcida do Clube do Remo”.
Com esta ação da PM, segurança azulina ficou no mato sem cachorro.
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DESPREPARO POLICIAL

O árbitro potiguar Suelson Diorgenes de França Medeiros, que apitou CR 3 x 2 River-PI, domingo, 15, em Bragança, relatou tintim por tintim o que aconteceu nas arquibancadas do “Diogão”.
Com a prisão de alguns envolvidos no tumulto, o Remo, através do seu vice-presidente, advogado Marco Antônio Pina, tomou providências necessárias junto às autoridades policiais, registrando BO (Boletim de Ocorrência) na delegacia de policia local e cópia do processo será encaminhado ao STJD.
Nos últimos processos que o órgão da justiça desportiva brasileira tem julgado, sobre tumultos em campos de futebol, não tem dado atenção para as provas que os clubes juntam ao processo. Os auditores têm se apegado ao relatório do árbitro para penalizar clubes, que não têm nada a ver com atos de criminosos. Essa situação tem que mudar, mas é necessário força tarefa dos clubes para mudar CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva), que é portaria do Ministério dos Esportes. Portanto, não é lei.
O blog, com primazia, teve acesso a excerto do relatório do árbitro potiguar Suelson Diorgenes de França Medeiros, que apitou Remo 3 x 2 River-PI, pela série C, A2, do campeonato brasileiro.
“… Foi necessária a paralisação da partida aos 42 minutos do primeiro tempo de jogo, em decorrência de um tumulto ocorrido na torcida do Clube do Remo. Tivemos bombas que explodiram nas arquibancadas e pedras arremessadas contra os policiais. Tumulto esse que fez necessário a intervenção policial onde utilizou gás de pimenta para conter o tumulto. Esse gás foi levado pela força do vento para dentro do campo de jogo e prejudicou o andamento da partida por também afetar os atletas de ambas as equipes e a equipe de arbitragem. A paralisação durou 08 minutos até que as forças policiais contornassem o tumulto e dessem condições de retornarmos o andamento da partida. Informo que retorno para o segundo tempo, o comandante da força policial, presente no estádio, declarou que, caso o tumulto voltasse a ocorrer e saísse do seu controle, iria solicitar a paralisação da partida (fato esse que não ocorreu) e a partida continuou e finalizou sem mais ocorrência. Não houveram atrasos no início ou reinicio da partida. Os acréscimo foram em decorrência da retirada de atletas lesionados de campo de jogo e para a realização das substituições. O estádio com um bom gramado. Sem presença de iluminação por refletores. Com dificuldades para utilização de internet, fato esse que nos obrigou a fazermos uma relação de comunicação de penalidades na forma escrita para entregar aos clubes e terminamos a confecção da súmula eletrônica em outro local fora do estádio. Banheiros destinados para a equipe de arbitragem com condições precárias e pouca acomodação. Falta porta nos banheiros, acesso próximo ao público presente no estádio e sem ventilação adequada…”
Além das palavras escritas, árbitro Suelson documentou o tumulto através da lente do seu celular.
O que causa espécie é o declarado despreparo policial.
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CBJD É PORTARIA

Promotor Newton Gurjão diz que CBJD pode ser mudado porque é portaria.

Promotor Público cearense José Wilson pediu ao Promotor Público paraense Newton Gurjão que lhe mandasse cópia da sentença que extinguiu a torcida organizada Terror Bicolor.
Em novembro de 2007, juiz Marco Antônio Lobo Castelo Branco acatou pedido do Ministério Público do Pará e extinguiu as torcidas Terror Bicolor e Remoçada.
Ministério Público da Paraíba também pediu ao MP do Pará a sentença do juiz Marco Antônio Castelo Branco. “Há um intercambio entre os Ministérios Públicos do Brasil”, disse Gurjão.
Punir os clubes por atos ilícitos cometidos por torcedores, nos campos de futebol, não é lei, é uma portaria do Ministro dos Esportes. “Fica bem fácil para o Bom Senso Futebol Clube ir ao Ministro e pedir a modificação. É uma portaria. Não é lei”, confirmou Newton, concluindo: “O CBJD é uma simples portaria”.
No próximo encontro dos Ministérios Públicos, Newton Gurjão colocará em pauta o tema.
REMO CLASSIFICADO
Pelo grupo A-2 da série C, Remo ganhou de 3 x 2 do River-PI, jogando no “Diogão”, em Bragança. Chegou aos 14 pontos e está classificado à outra fase.
Nos acréscimos, aos 47 do segundo tempo, Wal Barreto, o “iluminado”, sai da reserva para fazer o gol da vitória azulina.
Domingo, 21, em São Luís, Remo enfrenta o Moto Clube.
MONSTROS
Ricardo Capanema fez tudo direitinho como Mazola administrou treino tático no Kasa.
Capanema foi o terceiro zagueiro, jogando pelo lado direito, ao lado dos monstros Charles e Lombardi centralizados.
Fortaleza teve posse de bola, mas não conseguiu penetrar na defesa bicolor.
Juiz baiano Marielson Alves Silva prejudicou o Paysandu em não expulsar Marcelinho Paraíba no primeiro tempo que meteu a taca no Augusto Recife.
Picachu não se houve bem e finalizou mal jogada de frente com o goleiro Ricardo.
No início do segundo tempo, Paulo Rafael fez uma excelente defesa. E só!
Aos 20m o árbitro Marielson, por agressão, expulsou Augusto recife (PSC) e Guto (Fortaleza).
Com 20 pontos, Paysandu chega a quinta colocação com20 pontos.
Sábado, 20, na Curuzu, Paysandu recebe o Cuiabá (MT).
É o que há!

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É DOM

Guilhermino: "Este ano é do Dewson"

“Dewson não é robô. Em campo ele apita com o dom que Deus lhe deu. Isso é raro na arbitragem brasileira”, disse Sérgio Correa, presidente da Comissão Nacional de Arbitragem de Futebol, a José Guilhermino de Abreu, presidente da Comissão Estadual de Arbitragem de Futebol.
No último teste-Fifa, no Rio de Janeiro, no mês passado, o paraense Dewson Fernandes Freitas da Silva, 32, foi o primeiro nos testes físico, técnico, psicológico e social. O teste teórico ele fez em espanhol, língua que fala fluentemente. E estuda inglês.
Ano passado, quando aqui esteve, Sérgio Corre informou ao blog que ao Dewson faltava currículo (jogos pela série A do Brasileiro), mas tanto que ele atingisse média exigida ele seria “sério candidato” ao escudelo do apito internacional. Dewson havia apitado, em 2013, 18 jogos pela principal divisão do campeonato nacional.
Este ano, Dewson soma no currículo 10 partidas, e já está escalado para apitar Coritiba e São Paulo, quarta-feira, 17, chegando, portanto, aos 29 jogos.
A FIFA reserva ao Brasil 10 vagas, mas com as saídas de Paulo César de Oliveira (SP) e Wilson Luís Seneme (SP) há duas vagas em abertas e uma terceira poderá surgir, porque Heber Roberto Lopes (SC) foi reprovado no teste-Fifa e se submeterá ao reateste no dia 21 deste mês, no Rio de Janeiro. Se não passar, serão três vagas.
Para José Guilhermino, este ano é do Dewson. “Ele não para mais em Belém. Toda semana é escalado e deve atingir os 35 jogos antes da divulgação, o que acontecerá no início de outubro”, concluiu.
O paraense José Ribamar Ferreira de Araújo, na década de 90, foi aspirante à FIFA.
É o que há!

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BEM-ME-QUER, MALMEQUER

Edivaldo Meireles: "Te aceito do jeito que tu és"

Sei que meu pensamento atrapalha muita gente que convive comigo no futebol paraense. Até dentro da própria imprensa tem confrade que não me tolera, porque meu caminho é traçado e esquadrejado de forma que não fuja da régua e do compasso. Tenho medo de ser leviano. Mentiroso. “Ponteiro”.
Reconheço que sou intragável para algumas pessoas pelas minhas críticas contundentes. Mas essas pessoas sabem que eu sei muita coisa de um passado não muito distante. E deles tenho pena, porque são aproveitadores. Olho na retina de alguns!
Certa vez um ex-presidente bicolor disse a um presidente: “Não deixa fulano e cicrano se aproximarem do Paysandu porque são ladrões” (O presidente que ganhou tudo citou nomes, não revelo pra não ferir suscetibilidades)
Um desses cicranos, atualmente, vive farejando pela sede bicolor. É o mesmo que ressuscitou uma banda que estava enterrada há tempo no cemitério da Soledade!
Ganhou dinheiro! Vive se escondendo no manto da espiritualidade, mas é sorrateiro como uma hiena! Todo cuidado é pouco!
Perecebam: algumas pessoas que viviam em caminhos tortuosos se entregam a Jesus! No fundo d’alma acendem vela pra Deus e para o capeta! Além de fracassados, são aproveitadores.
Ao chegar ao restaurante da sede bicolor, na sexta-feira, 12, para almoçar, fui cumprimentado pelo empresário Edivaldo Meireles, que foi logo me dizendo que “me aceita do jeito que eu sou” e eu disse a ele que o mal da humanidade é querer que o outro seja igual a ela (humanidade).
Convivo com uma gostosinha que nasceu dentro de igreja pentecostal;  eu sou deísta, mas em comum temos um filho, e o “Tudinho” não tem porque pagar pelas nossas diferenças. Entendemo-nos, respeitando espaços e limites.
Meireles me revelou que a matéria postada neste espaço sobre o primeiro encontro de membros da PRÓ-PAPÃO foi mostrada na igreja em que congrega; agradeceu-me pelo título: EM NOME DO AMOR. Não posso fugir de fato presenciado e ouvido pelo repórter. E no grupo há pessoas que não “tragam” o José Maria Trindade.
Vejo a oposiçao bicolor com bons olhos e disse ao empresário Edivaldo Meireles que onde a PRÓ-PAPÃO reunir lá estarei para reportar fatos, e não me interessa se pessoas gostem ou não gostem do jornalista José Maria Trindade. “Seja bem-vindo”, rspondeu Meireles, que tem proposta de colocar representantes do Paysandu em todos os municípios paraenses a fim de descobrir talentos.
Um dos nomes mais representativos dentro do Paysandu não votará em Maia e em candidato da oposição: “Gostaria de votar na reeleição do Wandick”, revelou-me Ricardo Rezende.
Aos que me desejam bom futuro: não vivo em igreja, não vou à mesa branca, não recebo passe, mas o meu DEUS – que é rico, poderoso e festeiro – manda que a todos eu respeite dentro das devidas proporções. Não faço jornalismo de fancaria e nem me utilizo de estatísticas para escrever. Escrevo fatos!
É o que há!

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MUBARACÃO

Segundo desejo da diretoria, dia 28.09 o MUBARACÃO estará rodando na cidade

Uma das marcas da administração Wandick-Serra estará rodando dentro dos próximos dias pelas ruas e avenidas da Metrópole.
É pensamento da diretoria colocar em atividade o MUBARACÃO no transporte da delegação bicolor do hotel para a Curuzu no jogo contra o 13 de Paraíba, 28 de setembro.
É a prova cabal de que transparência e credibilidade valem em qualquer atividade. E como valem!
Na quinta-feira, 11,  diretoria bicolor mandou à VOLKSWAGEN DO BRASIL documentação com a razão social do Paysandu Sport Club para  aquisição de um “busão” zerado. São os endinheirados que comprarão mais este patrimônio para o clube que deu as maiores glórias para o futebol da Amazônia.
É o que há!

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