INIMAGINÁVEL

Zé Soares conversa com sua advogada, Daniele, antes da audiência na 17ª Vara

A dívida de R$ 11 milhões do Clube do Remo no Tribunal Regional do Trabalho pode chegar a R$ 12 milhões no final deste mês.
O leiloeiro Aldenor Bohadona foi autorizado pelo juiz da 13ª Vara, Jorrge Antônio Ramos Vieira, a vender a área do Carrossel, que está avaliada em R$ 11 milhões.
“Se o leiloeira Bohadana apresentar comprador, o juiz Jorge Vieira bate o martelo”, dizia nos corredores do TRT Henrique Lobato, o maior credor remista, que na segunda-feira, 28, defendeu Charles Guerreirro e acordou 150 mil reais, dos 360 mil reais que pretendia o ex-técnico remista.
José Soares da Silva Filho, “Zé Soares”, assessorado juridicamente pela advogada Daniele Pina de Almeida, cobra do Remo R$ 1.458.034,49, incluindo três meses de salários atrasados (R$ 35 mil era o salário do atleta), luvas (60 mil reais, recerbeu 30 mil reais), cláusula compensatória (R$ 555 mil), 13º salário, férias e FGTS.
50 mil reais foi a proposta da representante do Remo, advogada Vanessa Egla, que não foi aceita pela advogada de Zé Soares. “Assim complica, porque o Remo mandou o meu cliente embora e não pagou nada e quer pagar 100 mil. Só de salários atrasados são mais que isso”, revelou Daniele.
O jogador Zé Soares disse ao repórter José Maria Trindade que o Remo lhe propôs salário de 35 mil reais e 60 mil de luvas. “Eu vim em dezembro e eles me pagaram 30 mil de luvas (faltam 30) e vencimentos de 35 mil reais  e exigi deles uma carta proposta e eles me deram essa carta que está no processo, porque se não fosse assim eu não viria da Ucrânia. O Thiago Passos me fez proposta ótima e achei que ele cumpriria;  fiz meu plano de vida até o final do contrato e não chegou nem na metade e eles me mandaram embora”, disse.
Para fechar acordo, Zé Soares aceitava R$ 230 mil, mas o Remo não aceitou e o juiz remarcou nova audiência para o dia 28 de agosto.
Diante desta proposta do jogador, “anjos da guarda” do Remo terão um encontro com Zé Soares para definir acordo, e no dia 28 às partes comunicarão ao juiz Fernando Bessa. São contratos inimagináveis para a realidade do Clube do Remo. Francamente, pira paz!…
É o que há!

Destaques

VENCIDA A 1ª BATALHA

Advogados Maia, Cortez e Maciel em frente ao prédio do STJD (foto Maia)

Num processo robusto de provas concretas, Paysandu ganha a primeira batalha no STJD sobre o título da Copa Verde.
Advogados Alberto Maia e Itamar Cortez dividiram a tribuna em defesa dos interesses do Paysandu, que denunciou às irregularidades nas prorrogações dos contratos de trabalho dos atletas GIMAR DE OLIVEIRA COSTA, IGOR JOSÉ MARIGO DE CASTRO, JOSÉ RODOLFO TAVARES DA SILVA e FERNANDO JOSÉ DE ARAÚJO FRANÇA com o Brasília.
Estes atletas atuaram de forma irregular na decisão da Copa Verde, no dia 21 de abril, na Capital Federal, depois de 2 x 1, no tempo normal para o Brasília, que nos pênaltis ganhou do Papão e conquistou o título da primeira Copa Verde.
Num trabalho de formiguinha, os funcionários da secretaria da Curuzu, Anderson e Messias, desvendaram que o clube “Candango” atuou na partida final, contra o Paysandu, com 4 jogadores que seus nomes não constaram no BID – Boletim Interno Diário – da CBF.
Além dessas provas, os advogados Alberto Maia, Antônio Maciel e Itamar Cortez, em diligência junto a CBF, detectaram que jogadores de outros clubes brasileiros tiveram seus nomes registrados no BID, menos os quatro  do Brasília.
O parecer do auditor-relator do processo, Felipe Bevilaqua, foi favorável ao Paysandu. “A irregularidade é clara, tanto que a própria CBF informou que só foram publicados no BID no dia 18 de junho”. Ponto pácifico para que os outros auditores acompanhassem o parecer e o voto do relator.
Além do presidente da 1ª Comissão Disciplinar do STJD, Paulo Valed Perry, votaram com o relator os auditores: Washington Oliveira e Vinicius Augusto Vieira. Resultado: 4 x 0 para o Paysandu. Unanimidade!
“A decisão foi de primeira instância e cabe recurso ao pleno do tribunal, mas 4 x 0 nos dá tranquilidade para enfrentar uma nova batalha”, garantiu Maia, concluindo que o “Paysandu foi diligente e muito atento.”
André Andrade, advogado do Brasília, anunciou que irá recorrer da decisão.
É o que há!

Destaques

EM VEZ DE 25, CR PAGARÁ 125 MIL REAIS

Advogados e Charles Guerreiro felizes pelo acordo

“Sinto-me acabrunhado de estar aqui. Nunca levei nenhum clube em que joguei à justiça. Com todos fiz acordo e cumpriram, com o Remo eu fui à Câmara de Vereadores falar com o presidente Pirão, pedi 25 mil e acabava a história e ele disse que não tinha dinheiro para me pagar, então procurei meus direitos”, palavras do Charles Guerreiro ao blog minutos depois de ganhar 150 mil reais do Leão Azul.
Guerreiro cobrava 363 mil reais na 12ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho. A audiência foi comandada pela juíza Bianca Libonatti que deixou as partes livres para negociar.
Henrique Lobato, patrono de Charles Guerreiro, e Vanessa Egla, advogada do Remo, acordaram 150 mil reais de forma que o clube pagasse R$ 25 mil no ato do acordo e 25 parcelas de R$ 5 mil.
Egla pede alguns minutos e sai da sala de audiência para, pelo celular, conversar com o Pirão. Presidente remista não concordou em pagar os 25 mil reais no momento do acordo, mas que em trinta dias pagaria. Guerreiro aceitou.
Magistrada Bianca sacramentou o acordo.
Nesta terça-feira, 29, na 7ª Vara, Vanessa Egla terá pela frente a confreira Daniele Pina de Almeida que patrocina causa de José Soares da Silva Filho, Zé Soares, que cobra R$ 1.458.034,40 do Remo.
O absurdo dos absurdos: neste processo Zé Soares cobra do Remo R$ 60 mil de luvas em contrato assinado com o diretor de futebol do Remo, Thiago Passos.
É o que há!

Destaques

IMPRESSÕES DO PALPITEIRO

Remo e Paysandu têm manchado carreiras de técnicos consagrados no Nordeste brasileiro.
Culpa dos técnicos ou das faltas de estruturas das nossas duas maiores locomotivas?
Remo e Paysandu, nas décadas de 70, 80 e 90 eram respeitadíssimos dentro de casa e fora se ombreavam às maiores expressões do futebol Nacional. Os clubes tinham em seus elencos jogadores formados em suas bases. Além de talentos, jogavam com determinação espartana.
Depois de ser campeão da série D, em 2012, pelo Sampaio Corrêa, Flávio Araújo chega em Belém, em 2013, para comandar o Clube do Remo. Perdeu para o Independente e ficou de fora da final do campeonato paraense. Remo passou todo o segundo semestre de 2013 sem futuro em campo.
O técnico foi embora dizendo que no Baenão tem gente que “rema pra trás”.
Charles Guerreiro começa a trabalhar no Baenão, em julho de 2013, ganha o primeiro turno do campeonato de 2014, mas é mandado embora porque perdeu para o Internacional pela Copa do Brasil.
(E nesta segunda-feira, 28, Remo e Charles estarão em situações opostas na 12ª Vara do TRT)
Roberto Fernandes é contratado. É campeão paraense em cima do Paysandu.
Mas, no camepoanato brasileiro da série D, o Remo empata com o Moto em 1 x 1 (jogando em Bragança-PA) e neste domingo, 27, contra o River, em Teresina. Time azulino faz 1 x 0 e o técnico Roberto Fernandes faz besteira: tira atacante Reis e mete zagueiro Rubran. Chamou pra cima o time adversário e acabou levando gol de empate.
Fora de campo, a delegação azulina não teve representatividade.
Paysandu há tempo pretendia contratar José Luís Mauro, “Vica”, que levou o ASA Alagoano, em 2009 ao vice-campeonato da série C, e em 2010 à série B. Portanto, tem cabedal.
A última vitória do Paysandu aconteceu no dia 15 de maio, pela Copa do Brasil, contra o Sport por 2 x 1, no Mangueirão. De lá pra cá, empate e derrota.
Ao comando de Vica, Paysandu perdeu três jogos: Cuiabá 3 x 2; Sport 3 x 2 (Copa do Brasil) e ontem, 3 x 0 para o Treze-PB.
Técnico azulino diz, em suas entrevistas, que “time ganha jogo e elenco ganha campeonato”. É um recado à diretoria azulina que ele quer contratar jogadores em detrimento dos que estão no Baenão. Por onde ele passa tem sido assim. No Paysandu não foi diferente. Roberto Fernandes é um técnico que tem agenda recheada de jogadores, que são intermediados pelo empresário Alberto Fernandes, irmão do técnico azulino. São os “atravessadores” agindo na hora certa.
Segundo o repórter Agripino Furtado, da Rádio Liberal-AM, time bicolor “é disperso e não tem compactação entre os setores de defesa, meio-campo e ataque”. Será que o time sentiu a saída de Mazola?
A conjunção “se” começa a fazer parte do discurso de “Vica”. “Se a gente ganhar do CRAC o time volta a estar entre os 4”. É uma forma apassivadora de não reconhecer a ineficiência tática e técnica de alguns jogadores bicolores. Principalmente goleiro Douglas, que não sabe saí…
Do outro lado da avenida não é diferente: se não contratar não tem futuro.
É o que há!

Destaques

“OUTDOOR”

"O Remo foi um grande outdoor em 20 anos como deputdo federal"

Manoel Ribeiro, presidente do Conselho Deliberativo do Clube do Remo, não recebeu a representação do vice-presidente, Marco Antônio Pina (presidente em exercício), contra o sócio azulino Stefani Henirque.
Este, em reunião na sede azulina, fez acusações “cabeludas” contra Pina e Sérgio Cabeça, ex-presidente, de terem se apropriados de recursos financeiros do Filho da Glória e do Triunfo.
Manoel Ribeiro disse de não saber que sócio tenha sido excluído do clube por comportamento inadequado, mas que, quando receber o processo, indicará comissão para analisá-lo e depois dar conhecimento ao Conselho, o que deverá acontecer em agosto.
O blog foi recebido na sala de visitas do prédio onde mora Manoel Ribeiro, na Brás de Aguiar, em Nazaré, e não poderia ser diferente porque Manoel Ribeiro é direto nas respostas, não tergiversa e diz o que pensa sobre o Clube do Remo e às pessoas que hoje estão no clube.
Não nega que o Remo foi um imenso “outdoor” na sua vida profissional e política, que no Remo há novas cabeças com ótimos projetos, mas em todo “saco de laranja há às podres” e que Zeca Pirão “é ousado”, mas tem sócio, que comprou camarotes e cadeiras, querendo ir à justiça para cobrar a execução das obras do baenão. “Eu já ouvi falar disso”, acrescentou Maneol Ribeiro na conversa com o blog.
TT – Representação.
MR – Não recebi, ainda, mas sei que já deram entrada na secretaria do clube. Grave ou não o tema da representação, eu tenho que nomear comissão para analisar e dar direito de defesa ao sócio que fez acusações e ouvir também o autor da representação.
TT – Administração Pirão.
MR – Se depender do meu voto, eu acho muito boa. O Pirão tocou a construção da Arena, do ginásio(tudo isso estava no projeto do Cabeça, mas não teve oportunidade de tocar) e o Pirão como é ousado, imediatamente, fez o que tinha que fazer e até o Baenão ele resolveu reformar e só faltam cadeiras e camarotes, mas que o projeto está pronto. Na área da administração o Pirão está se saindo muito bem.
TT – Compradores de camarotese e cadeiras estão insatisfeitos?
MR – Eu estou sabendo disso e algumas pessoas já me procuraram perguntando como é que vai ficar o Baenão e essas pessoas que compraram têm o direito de saber como anda o projeto, mas eu não tenho dúvida que é questão de tempo e esses que compraram cadeiras e camarotes terão seus direitos respeitados pelo clube.
TT – Novas cabeças que estão no Remo
MR – Um ou dois elementos da ASSOREMO mais açodadamente, talvez até querendo se promover, é que estrapolaram, mas eu conheço pessoas da ASSOREMO de respeito e que terão muito o que dar ao Remo. São rapazes novos de boa índole, mas é evidente que no meio de todo saco de laranja há uma podre.
TT – “Tonhão” e “Magnata”
MR – São dois jovens. Tonhão desde menino no Remo e o Maganata surgiu agora, mas são excelentes. Resta saber quem quer ser presidente. Dirigi o Remo não é tarefa fácil. Quando alguém se determina a ser presidente há muitos interesses em jogo.
TT – Interesses
MR – Eu era empresário quando cheguei ao Remo (Construtora Nazaré), levado pelo entusiasmo de Ronaldo Passarinho, senador Jarbas Passarinho, Gerson Peres que queriam um nome ligado ao esporte que pudesse polarizar a atenção da torcida do Remo pra representar o esporte dentro da política e te digo que sempre fiz campanha sozinho e no Remo o presidente tem que colocar a cabeça à frente do coração.
TT – Torcida remista elege?
MR – Antes de chegar ao Remo eu trabalhava no interior do Estado (construindo pontes e estradas), me formei trabalhando nisso e eu sempre tive um nome muito bom no interior, mas te garanto que o Clube do Remo foi um grande ‘outdoor’ que eu tive, porque levou meu nome a todas as partes deste Estado.
TT – O Remo foi a plataforma para o “Marechal da Vitória”?
MR – Foi isso que aconteceu. Mas eu tive muita coragem à frente do Remo e com isso toda a mídia do Estado se voltava, e eu tive isso de graça. Todo mundo queria me ouvir, queria me entrevistar e isso, evidentemente, foi o Clube do Remo que fez. Seria um absurdo eu negar que o Remo não foi o grande “outdoor” e o grande movedor deu ter sido por 20 anos deputado federal.
É o que há!

Destaques

ANJOS DA GUARDA

Procurador Regional Eleitoral, Alan Mansur, pede ao CR informações sobre receita(foto removida)

Remo e Paysandu têm seus anjos da guarda.
Nos piores momentos dessas duas instituições seculares aparecem pessoas que dão uma mãozinha e assim salvam patrimônios remistas e bicolores.
“Digo a vocês que não é fácil para a justiça leiloar patrimônios de Remo e Payandu”, expressão dita pelo corregedor do TRT, juiz Marcos Lousada Maia, no dia 15 de janeiro perante um auditório “teitei”de credores do Clube do Remo.
Zeca Pirão, presidente; Maurício Bororó, então vice-presidente, e advogado Pablo Coimbra,advogado azulino, e o repórter José Maria Trindade, editor desta página, estavam presentes ao encontro.
No final do mês de junho, por uma dívida de R$ 500 mil para com o INSS, a 7ª Vara da Justiça federal detrerminou leilão da sede do Clube do Remo, avaliada, pela justiça, em R$ 13 milhões.
Franciso Rosas, que é contador de mão cheia, fez o levantamento da dívida, preparou a documentação de proposta de parcelamento do débito em parcelas de R$ 4 mil reais mensais, o presidente Pirão assinou e o advogado Pablo Coimbr apresentou à justiça.
Proposta aceita e o Remo pagou a primeira parcela em junho. Agora, não pode deixar de depositar por que se isso ocorrer o débito dobra.
Na tarde de segunda-feira o Procurador da República no Pará, Procurador Regional Eleitotal do Pará e Procurador Regional dos Direitos do Cidadão no Ministérrio Público Federal, Alan Rogério Mansur Silva, expediu ofício ao presidente Zeca Pirão, do Remo, solicitando informações sobre a receita obtida pelo clube em 2014, tais como: rendas dos jogos, cotas de patrocínios e convênios com o governo do Estado do Pará.
Diante da informação, o editor deste esteve conversando, na manhã de sexta-feira,25, com um dos assessores do procurador Alan Mansur, na sede da Procuradoria da República, Wecsley Silva, que informou ser um “procedimento de rotina”pois o presidente do Remo é candidato a deputado federal, embora, neste momento, esteja impugnado.
José Maria Trindade questionou com mais profundida sobre o quê da solicitação e o assistente revelou que o procurador deseja ter em mãos, “para análise”, o dinheiro público que o clube recebe como direito de televisionamento do governo do Estado do Pará. Bastou-me.
O blog consultou advogado “expert” em justiça eleitoral, que pediu reservas, mas revelou que Remo e Paysandu não podem prestar conta com ninguém do dinheiro de televisionamento que o governo paga do campeonato estadual porque o convênio é com a Federação Paraense de Futebol e esta repassa aos clubes.
Portanto, cabe a FPF prestar conta, como já faz, perante o Tribunal de Contas do Estado do Pará (TCE).
O Remo, segundo informações de Wecsley, tinha até quinta-feira, 24, para informar ao corregedor eleitoral sobre receita de 2014, o que não fez.
É o que há!

Destaques

PSC SE CLASSIFICA E OPERÁRIO PASSA BEM

ANDAIME NÃO SUPORTOU PESO E VERGOU

MELQUIAS RECEBENDO PRIMEIROS SOCORROS NA CURUZU

Ao passar ao final da tarde de quinta-feira, 24, pela Almirante Barroso vi um carro socorro do Corpo de Bombeiro em frente ao portão do estádio da Curuzu.
Entrei e vi que um operário, que depois soube que se chama Melquias, havia desabado de um andaime que servia de suporte para a colocação das placas de vidros sobre a mureta.
Em atitude possessa, Toninho Assef veio pra cima de mim dizendo que “haveria o troco”.
Questionei com o conselheiro bicolor que eu estava realizando o meu trabalho.
Saí da Curuzu a toque de caixa e na rua fui ameaçado fisicamente pelo ex-vice-presidente bicolor a quem sempre tive respeito e consideração.
Indaguei nome e dados do operário e não obtive informações. O que me passaram é que Melquias não tem vínculo empregatício com o Paysandu e sim com uma empresa terceirizada que empreitou a colocação dos blindex.
Bati à porta do serviço de emergência e urgência do Porto Dias – o hospital mais próximo – e fui informado que o operário não pôde ser atendido, porque não há UTI no setor. Informação da portaria do hospital.
Melquias foi levado para o hospital Saúde da Mulher, na Humaitá, onde foi examinado e medicado. Segundo informaçõs médicas, não sofreu nenhum tipo de traumatismo e passa bem.
COPA DO BRASIL
Paysandu perde de 3 x 2 para o Sport Recife, mas passa à terceira fase da Copa do Brasil.
Beneficiado pelo sorteio, Paysandu dia 31 enfrenta o Coritiba, no “Couto Pereira”, às 21h.
E no dia 6 de agosto o jogo de volta, no Mangueirão.
É o que há!

Destaques

JF COBRA PSC

Maia (a direita) tratará do assunto na próxima semana

Bateu na mesa do diretor financeiro do Paysandu, Elmar Saúde, cobrança da Justiça Federal.
A 7ª Vara da JF, no Pará, cobra do Paysandu R$ 89.740,00 referente a FGTS não depositado de diretorias  anteriores à do Wandick.
A cobrança está com advogado Alberto Maia, diretor jurídico do PSC, que revelou ao blog que há duas condições para o clube: “Pesquisar e se não for devido, oferecer uma garantia para opor embargos à execução e se for devido, aguardar o REFIS ou negociar”.
Maia, que passa final de semana no interior do Estado, cuidará do assunto na terça-feira, 28.
É o que há!

Destaques

WANDICK NO PLANALTO

Wandick, de Recife, vai a Brasília, nesta sexta-feira, para encontro com Dilma Rousseff

Presidente do Paysandu, Wandick, estará nesta sexta-feira, 25, no Palácio do Planalto ao lado de dez dirigentes de clubes brasileiros que se encontrarão com a presidenta Dilma Rousseff.
Wandick representará o Paysandu e será o único clube do Norte do Brasil a ser convidado para o encontro com a chefa do poder executivo brasileiro.
É o que há!

Destaques

“MAGNATA” ASSUME CR

Advogado Marco Pina, interinamente, assume Remo

Zeca Pirão se licencia por alguns dias da presidência do Clube do Remo e o vice Marco Antônio Pina assumiu.
Antes, no seu tweeter, Marcos Pina havia deixado no ar algo como que estaria deixando o Remo: “Decidi tomar uma decisão importante amanhã (quarta-feira,23) pelo bem do Remo. De início muitos não vão entender, mas na frente, espero que entendam.”
José Maria Trindade telefona para Marco Pina e diz que está em Brasília, mas que estaria chegando às 13h45 em Belém.
Muitos entenderam que “Magnata” estaria deixando o clube, mas a mensagem teve outro significado: dar alguns passos atrás para assumir a presidência do Remo e saber conviver com quem não tem relações sociais.
O editor desta página vai ao aeroporto e no saguão do “Val-de-Cães” aborda o vice-presidente remista. Eis a conversa:
TT – Decisão
MP – (Risos) Zé, causou certa repercussão o que tuitei. Na verdade, Zé, é uma mudança de algumas de atitudes minha no Clube do Remo, passando a me aproximar mais da comissão técnica, do Roberto Fernandes e da diretoria de futebol. Eu vou fazer uma redequação da minha agenda de trabalho para me aproximar mais do Remo.
TT – Você não fala com Roberto Fernandes?
MP – Não. Não é isso, não. A nossa relação é respeitosa. Só que não há assim uma relação de aproximação como deve ter e é isso que eu vou fazer. Além do Bom-dia, boa-tarde a gente conversava muito pouco. Mas a culpa é minha por estar ausente do Baenão.
TT – Você teria outro técnico para trazer para o Remo?
MP – Essa estória de que eu não o queria como técnico do Remo nunca existiu. Eu nunca liguei pra técnico nenhum. Eu nunca fui contra a contratação do Roberto Fernandes. Eu acho ele um técnico muito competente. Ajudo ele e ele não sabe que eu o ajudo. Ajudo calado. O Pirão sabe disso.
TT – Thiago Passos?
MP – A relação é amistosa. Bom-dia, boa-tarde, respeitosamente. Eu respeito todo mundo: uns com mais afinidade que às outras pessoas.
TT – Você é ladrão do Remo?
MP –Stefani Henrique, que foi expulso do Remo ano passado, não sei porque de forma graciosa anda me atacando e eu representei sim contra ele no CONDEL; o dr. Manoel Ribeiro designará uma comissão para apurar e julgar a conduta dele quanto sócio. Eu me pergunto todo dia o que fiz porque este rapaz me acusa de ser ex-testa de ferro do Cabeça.
TT – Mas, sim, você é ladrão?
MP – Ele me acusa de ter desviado cinco milhões de reais do Remo; me acusa de que no jogo Remo e Flamengo eu, juntamente com Cabeça, de não ter prestado conta de 900 mil reais da renda do jogo. Acontece que quando Cabeça era o presidente eu era assessor da presidência. Eu não tinha poder de mando nenhum. Agora, ele diz pra todo mundo que eu desviava dinheiro do Remo, então ele vai ter que provar criminalmente.
TT - Justiça?
MP – Não tenha dúvida. Já registrei BO (Seccicional de São Brás) contra ele e já preparei queixa crime de calúnia, e na parte cível, danos morais.
No momento em que o repórter José Maria Trindade entrevistava Marcos Pina, ele recebeu ligação telefônica e respondeu: “Já cheguei em Belém e diz pra ele que estou indo para o “Avenida”. Era o presidente zeca Pirão esperando pelo vice para conversar sobre a interinidade de “Magnata” como presidente azulino.
É o que há!

Destaques