GRACIOSIDADE

Cel-PM Cavalcante fazendo visita técnica à Curuzu

Certa vez eu indaguei do “Conde Milionário” Miguel Alexandre Pinho o que levava um homem ter amor intenso por um clube ao ponto de empregar todo o seu dinheiro.
“O clube dá raiva, mas não trai. As vitórias são gozos”, disse o mais famoso “filósofo” bicolor.
O ex-presidente alviceleste, Artur Tourinho, disse-me, em reportagem, que “torcer é dor e é prazer”.
À tarde de terça-feira, 19, na Curuzu, indaguei do Leonardo Lopes Maia, um dos “cavalos” da nova Curuzu, o que o levava a fazer o que faz pelo Paysandu. “É amor, Zeca!”, respondeu o empresário da área de construção civil.
O coronel PM Cavalcante, comandante do Batalhão da PM de Eventos (243 PMs) fez visita técnica ao estádio bicolor e ficou extasiado com que viu. “Isso aqui vai fazer com que o torcedor fique impactado quando ver essa obra”, disse o PM.
A visibilidade arquitetônica panorâmica aliada às cores do clube, faz da Curuzu uma arena graciosa.
Com o sistema de blindex, o torcedor não deve ficar estacionado em frente os vidros temperados, pois a PM pretende mudar a cultura do torcedor ficar pregado na mureta.
“Com ajuda do sistema de segurança do clube, o novo Batalhão de Eventos da PM, ao comando do coronel Cavalcante, não permitirá que o torcedor assista ao jogo “colado na mureta”.
O sistema de irrigação do gramado conta com 35 bicos aspersores que jorrarão 10 mil litros de água em cada 3 horas de ação. Serão três vezes durante 24h; portanto, 30 mil litros de água, oriundos de poço artesiano perfurado ao lado do gramado.
Os endinheirados bicolores aplicaram R$ 1.290.000,00 na nova Curuzu (Gramado: R$ 600 mil; blindex: R$ 330 mil; casa de força: R$ 60 mil, e placar eletrônico: R$ 300 mil reais).
Dia 29, sexta-feira, a comissão de construção, ao comando do professor Ortiz, fará uma “avant-première” à imprensa, às 10h. Dia 30, a reabertura da graciosa Curuzu.
É o que há!

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TALISMÃS

Atacante Danilo Lins que estava no Mogi Mirim

Quando o “serumano” não se respeita ninguém o respeita.
Aprendi em casa que mesmo errado o homem tem que se ombrear ao acusador, olhando na retina e dizendo “errei”.
O que pode-se esperar de diretor que chama o técnico de “professor”?
Como um repórter pode ser respeitado se ele quando entrevista o técnico o chama meu “amigo” e de “professor”?
Em Belém acontece esse desconhecimento nas relações sociais entre às pessoas que comandam e os comandados. Repórter é repórter. Diretor é diretor. Técnico é técnico. Presidente é presidente.
Diretor é o comandante do departamento de futebol . Comissão técnica e jogadores devem satisfação ao diretor e este ao vice-presidente do departamento e este ao presidente da agremiação.
O jornalista, o repórter, o radialista devem tratar seus entrevistados pelo nome ou pelos pronomes “você” ou “senhor”. Os meus entrevistados chamo pelo nome. O “senhor” é o pronome que cabe em qualquer situação. Até para Presidente da República.
É ridículo ouvir repórter entrevistar técnico de futebol chamando-o de “professor” Roberto Fernandes. Quanto mais um diretor de futebol. É subserviência. É chalacismo.
No Remo algumas pessoas “babam o ovo” de Roberto Fernandes. Medo por ser grande fisicamente? Ninguém cobra o por quê de deixar de fora Jhonnatan, o melhor meia-armador do nosso futebol.
Por que o técnico não viaja com os jogadores no 33? No ônibus do Leão Azul somente os jogadores e o Fernando Oliveira. Cadê os membros da comissão técnica? Os diretores? Como esses jogadores se sentem em saber que no obsoleto “33″ só eles são obrigados a viajarem? Sabem que técnico e membros da comissão técnica e diretores viajam em seus carrões importados. E acompanhados das esposas e filhos.
À beira do gramado, Roberto Fernandes grita e esculhamba com os jogadores da casa, mas os seus “apadrinhados” ele come abiu diante das lambanças.
No final do jogo contra o Guarany, Roberto Fernandes culpou o goleiro Maicky Douglas, publicamente, pelo gol. Ratinho só joga um tempo e o clube vive pensando em Wal Barreto. “O Remo não pode viver pensando em talismãs: Ratinho e Wal Barreto!” Acabou a relação entre jogadores e o técnico.
Quais as motivações que terão esses jogadores para trabalharem com Roberto Fernandes? Há corporativismo! E como há entre jogadores! É preciso o Remo tomar mais uma vez na tarraqueta para definir situação?
O Brasil todo sabe que o técnico azulino trabalha com jogadores indicados pelo seu irmão, Alberto Fernandes, que é “atravessador” de atleta.
No encontro da diretoria com Roberto Fernandes, à noite de segunda-feira, 18, na sede, o técnico não assumiu responsabilidade, culpou alguns jogadores, presidente Pirão deve conversar com o elenco na manhã desta terça-feira, 19, no Baenão, e jogadores deverão ser liberados.
Danilo Lins,27, atacante indicado por Roberto Fernandes, foi contratado pelo Remo. O atleta estava no Mogi Mirim.

SÉRIE C

Jogando com garra e Djalma correspondendo pela direita (quando entrou no segundo tempo), a zaga compacta, Paysandu ganhou de 3 x 0 do CRB.

CRB entrou em campo pra empatar.

Picachu fez o terceiro gol e deu assistências para os gols de Héverton, 1 x 0, e o segundo de Djalma.

Com o resultado, Papão chega a 6ª colocação com 13 pontos.

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SILÊNCIO MALVADO

Nunes vai  ao Rio de Janeiro e consegue 4 milhões de reais da CBF para construção da nova sede da Federação Paraense de Futebol.
Paysandu e Remo, através dos seus presidentes, vão à CBF querendo emprestado quinhentos e mil reais e a entidade nega, porque o Nunes não avaliza. É falta de respeito para com as duas maiores “locomotivas” do futebol da Amazônia.
Entra presidente e sai presidente da CBF e Antônio Carlos Nunes de Lima continua com prestígio intócavel. Ganhou, via Marin, 3 milhões da Fifa para construção dos campos no CEJU.
Remo não teve dinheiro para pagar Alvinho e o jogador fai embora. O Remo não paga funcionários do Baenão e o dono do terreno da Mercêdes não ver a cor do dinheiro prometido: 300 mil reais em duas parcelas de 150 mil reais.
Zeca Pirão é conhecido no Remo pela ousadia de fazer o que fez. Mas a coragem do presidente azulino tem seus limites: ele está com bens penhorado e a esposa, que é sócia majoritária na empresa, fechou a torneira.
O Paysandu não paga o motorista do ônibus que transporta a equipe bicolor pra cima e para baixo. São 4 mil reais que o clube deve ao motorista, que cobra 200 reais por viagem.
Wandick não goza da simpatia do presidente Nunes porque não o apoiou na campanha da reeleição para presidente da FPF.
Parênteses: Paysandu paga caro e vai continuar pagando enquanto o Wandick for presidente bicolor. Dewson Fernando de Freitas anulou gol legítimo de Lima sobre o Remo e o Paysandu perde o campeonato Estadul. Agora, contra o Águia, pelo campeonato brasileiro, Joelson, o melhor apito paraense, não marca falta sobre o goleiro Douglas e o time marabaense empata.
Os bicolores atiraram errado quando insinuaram que Maurício Bororó influenciaria o apito paraense em favor Remo. Bororó não faz mal a ninguém. É alma bondosa e é incapaz de “aprontar” para prejudicar quem quer que seja. Bororó só faz o bem!
E o Remo deve à CBF ainda do tempo de Amaro Klautau. Francamente, são desculpas esfarrapadas de quem não quer ajudar.
Nunes não discute. Não alterca. Cumprimenta com a maior simplicidade quem o critica. O silêncio do presidente da FPF é malvado.
Joelson Silva dos Santos, árbitro paraense da nova safra, pertencia ao quadro nacional da CBF, mas cometeu a incúria de dizer numa roda que se votasse não votaria em Nunes. Este ano ficou de fora do quadro nacional de forma inexplicável. Pois fez todos os testes e passou. É a marca Nunes de se vingar de quem não resa na sua cartilha.
SÉRIE D
Remo sem Jônnatan, o melhor meia-armador do campeonato paraense, perdeu de 1 x 0 para o Guarani-CE. É o quarto colocado com 5 pontos no grupo A-2. Zeca Pirão deixou o estádio bragantino jururu!
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COM ANDRÉ VAI SER PRETO NO BRANCO

Com André, no departamento jurídico do Remo, será preto no branco

Dizem às más línguas que Marco Antônio Pina, o vice-presidente remista, não apita nada.
“Magnata”, como é conhecido, é metódico, inteligente e estrategista. Não se  se arvora em meter os pés pelas mãos. Espera o momento exato para agir.
Quando assumiu a vice-presidência azulina, “Magnata” começou a trabalhar para dar condições do departamento jurídico receber os contratos dos jogadores, comissão técnica e parceiros que têm bares e lojas nas dependências do clube.
Faltava um quê. O contrato mal elaborado do Zé Soares com o clube foi o mote. O Remo apresentou carta-proposta ao jogador e luvas de 60 mil reais. Matéria publicada neste blog e os “cavaleiros do apocalipse” não tugiram e nem mugiram.
Foi o momento para agir. Marco Antônio Pina conversou com o advogado Manoel André Cavalcante de Souza, André Cavalcante, 43, sobre a possibilidade de assumir o departamento jurídico do Clube do Remo. Convite aceito. O tema foi levado ao presidente Zeca Pirão que concordou.
De família remista, criado em Santarém, André Cavalcante começou sua carreira advocatícia no escritório dos Klautaus, em 2003, a quem tem gratidão, mas o envolvimento com o futebol começou em 2004, no São Raimundo, e culminou, como ele diz, com o título nacional em 2009.
Sobre a condição de “atravessar” jogador para o São Raimundo, André revelou que nunca se “envovleu” com indicação de jogadores, pois o seu trabalho era orientar a diretoria nos contratos e por duas vezes teve que defender o clube mocorongo no TRT: “Edinho, que passou pelo Remo, e um outro jogador da base do São Raimundo que conseguimos equacionar”.
André se sente “orgulhoso” em poder dar sua colaboração a uma grande instituição. “Torna-se grandioso o currículo de qualquer profissional”, é o sentimento do novo diretor remista, que fez questão de ressaltar que teve que se acercar de orientações de Ronaldo Passarinho para poder assumir o cargo.
“Zeca, o departamento não é diferente do que você noticia e eu já tinha o parâmetro do que é noticiado pela imprensa e realmente o que eu tenho em mãos é o que é noticiado. Agora, estou trabalhando em equipe com a doutora Vanessa e o doutor Pablo Coimbra. Os contratos padrão Fifa não têm mistério. O grande problema são os contratos particulares que passam pelo direito de imagem e outras vantagens”, revelou André.
Os contratos dos apartamentos onde moram alguns jogadores azulinos ainda não chegaram às mãos de André, mas espera que terça-feira, 18, esses documentos cheguem ao departamento.
Sobre desvio de salários dos jogadores fora da CT, Cavalcante revelou: “Quando o doutor Alberto Maia colocou o dedo na ferida é uma coisa salutar que você está acabando com a relação promíscua. Comigo, no Remo, vai ser preto no branco. No papel. Tudo direitinho. Tudo assinado. O jogador vai ganhar o seu direito em carteira e no contrato; vai ganhar o seu direito de imagem. No Remo ele vai ter que abrir firma para ser registrado. E se ele não fizer isso, terá o dinheiro retido. Ele tem que dar nota fiscal. É lei! Já mostramos ao departamento de futebol que este procedimento será lançado no Remo, também”.
André Cavalcante tem 30 dias para apresentar parecer ao CONDEL sobre o que analisou dos contratos com os parceiros do Clube do Remo. “Zé, não aceitei ganhar nada do Remo, sou diretor jurídico, e é justamente essa condição que me faz não ter amarras. O presidente e o vice me deram carta branca para agir e eu não tenho porque temer ferir suscetibilidades se é para o bem do Remo. Vou sugerir ao presidente propostas de alguns detalhes que eu já detectei. E espero que eles entendam o por quê dessas medidas.’, concluiu. Vai pra cima!
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PRESENTÃO

Sereni (camisa branca) é um "cavalo" pra trabalhar pelo Paysandu

Paysandu está cercado por um grupo de jovens idealistas.
Quando meninos ouviram, nas mesas de refeiçõs, os pais falarem do clube.
São gerações dos Serenis, dos Aguileras, dos Couceiros, dos Sales, dos Serras, dos Maias, enfim…
Todos são empresários ou profissionais autônomos e não precisam do clube para se firmarem financeiramente. São todos endinheirados.
Hoje, o Paysandu passa por uma revolução administrativa imposta por Wandick, Serra, Elmar Saúde e Alberto Maia. Dirigem o Paysandu com mão de ferro.
Ninguém rouba o Paysandu como num passado bem recente em que um conselheiro e alguns funcionários da Curuzu pegavam 200 ou 300 ingressos – a cada jogo – e faziam a festa com os cambistas que vivem nas cercanias da Curuzu. Serra colocou o dedo na boca do suspiro. E as “ratazanas” desapareceram…
Na sede montaram toda a estrutura para o sócio torcedor.
Na sede náutica constrói-se um píer e um pequeno hotel.
A Curuzu tornou-se imenso canteiro de obras, com nova estação de energia elétrica, gramado, blindex e o moderníssmo e multiuso placar de led
Neste grupo há um jovem que é conhecido como “cavalo” pelo pique que tem para trabalhar.
Ulisses Sereni (fará 40 anos de idade dia 30 de agosto) é o “cavalo” que toca obras na sede náutica e o placar do “Vovô da cidade”.
Ao lado de Roger Aguilera, Rômulo Raposo, Vitor Sampaio, Ulisses Pinheiro Sereni encontra tempo para ajudar no departamento de futebol do Papão.
“Eu faço o que a minha energia me deixa fazer. Enquanto tiver esta força me sinto feliz, principalmente em ajudar o que amo. Às vezes a gente faz coisas irracionais quando se trata do Paysandu: se mete em brigas, em discussões, toma o tempo que não tem para cuidar do Paysandu e assim a gente vai fazendo”, disse.
Sereni revelou ao blog que a função do grupo que encostou em Roger é focar nestes oito jogos que o Paysandu disputará para que nada falte, e o Paysandu chegue a série B. “Nada, nada, nada atrapalhe e falte ao grupo de jogadores”, enfatizou Sereni, acrescentando que eles sempre estarão junto à comissão técnica e ao gestor de futebol, o Papellin.
Roger Aguilera, Sereni, Rui Sales, Rômulo e Vitor pretendem fazer com que o presidente Wandick tire da costa a carga de estresse que tem vivido nos últimos meses e ao lado do seu vice, Sérgio Serra, desempenha com eficiência a “liturgia” do cargo.
Na sede náutica, Sereni constrói píer com mais de 1000m² e pretende entregar a obra no final do ano. “Como a sede náutica é grande, pretendemos construir a academia e um hotel (tipo albergue) para hospedar nossos atletas em dias de competições”, revelou Sereni.
O placar de led da Curuzu está em fase de teste e o clube usufruirá arrecadando receita com propaganda. “É um outdoor eletrônico. Tudo isso são presentes que eu dou ao Paysandu e àqueles que amam este clube”, concluiu o jovem empresário, que fala com entusiasmo do Papão, que um dia sonha em ser presidente.
É o que há!

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ESTATUTO ENGESSA DIRETORIA

Domingos Sávio pensa em representar contra diretor

Não é fácil provar os acordos obscuros que há no futebol paraense.
Há pessoas que entram no ramo visando o bolso; outras, ganharem famas e, paralelamente, ficarem famosas, profissionalmente. E os clubes continuam sem futuro.
Manoel Ribeiro, em matéria neste blog, revelou que o Clube do Remo, na década de 80, foi sua grande “plataforma” para se manter 20 anos deputado federal. “O Marechal da Vitória” aproveitou, mas deu muitas vitórias ao Filho da Glória e do Triunfo!
Entender de futebol é arte para poucos, mas o mundo dos negócios tem sido a “serra pelada” de quem conhece os meandros dos “acertos” com jogadores e técnicos de futebol, que são contratados para trabalharem em Belém.
Na reunião do Conselho Delibarativo do Remo, na noite de segunda-feira, 11, o conselheiro Domingos Sávio Campos, 51, Promotor do Patrimônio Público, denunciou a falta de transparência da diretoria de futebol do Remo; discordou do presidente Pirão, que revelou não ser “babá”. É presidente; e, educadamente, Sávio contraditou o presidente do CONDEL, Manoel Ribeiro, quando este revelou que o novo estatuto do clube “engessa” a diretoria azulina.
É com Domingos Sávio, primeiro o Promotor, e depois o conselheiro remista que o blog conversa.
TT – Lei que pune clubes por ações de vagabundos nos campos de futebol?
DS – Isso está no CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva). Não é totalmente correto. Isso chegou aos campos de futebol por marginais (não são torcedores) e aí se penaliza o clube, mas o que se ver é que não há câmeras de monitoramentos nos campos de futebol com capacidade para 10, 15 mil pessoas, mas penso que o clube pode fazer alguma coisa: o clube pode disponibilizar um funcionário ou diretor para o serviço de monitoramente dos torcedores no Baenão e na Curuzu. São câmeras que pegam o “close” do torcedor: é o de boné, o barbudo, enfim. Remo e Paysandu não fazem isso. É uma situação complexa e a resposta, também, é complexa e a solução mais complexa. É injusta? É! Os torcedores que amam seus clubes, devem denunciar àquele que arremassa objetos para dentro do campo. Pega o cara (sem violência) e entrega para a polícia.
TT – Administrativamente, como analisa Remo e Paysandu?
DS – Há um abismo grande entre Paysandu e Remo. O Paysandu está muito à frente do Remo. Como Promotor Público não sou Remo e nem Paysandu(embora eu seja conselheiro do Remo) e se tiver que punir o Remo, punirei sem nenhum problema. Vejo um abismo muito grande. Paysandu não vem bem dentro de campo, mas administrativamente o Wandick se cercou de bons profissionais. Eu vejo seriedade. Eu vejo união na diretoria do Paysandu.
TT – Carlão?
DS – Lamento a saída do professor Carlos. Lamento profundamente. Como promotor lamento porque Carlos é um excelente profissional de segurança. Sério. Ele vai além da segurança. Ele tem paciêcia e sabedoria para atuar neste ramo. O Carlão poderia ter sido assassinado. Ele barrava no Mangueirão e na Curuzu. É uma atividade de risco. O Carlão, pela visão que tem de segurança, tem que trabalhar em clube ou na Federação.
TT – Carimbo falso no Remo?
DS – Foi encontrado um carimbo falso com a marca do Departamento Jurídico e o doutor Pablo Coimbra disse que nunca o DJ teve carimbo. Provavelmente, deve ter sido uma fraude provocada por alguém.
TT – Contratos?
DS – Em reunião de junho o Thiago Passos estava na reunião e disse que todos os contratos estavam na secretaria do clube eu ouvi e acreditei…Não duvidei. Acreditei. Depois da reunião conversando com Tonhão, com a Jô e outros conselheiros eles disseram que não tinha nenhum contrato na secretaria. E ontem (segunda-feira, 11) o presidente do CONDEL, Manoel Ribeiro, falou que os contratos não estavam no clube. Portanto, não era verdade. Com isso pedi a palavra e questionei o Conselho. O diretor faltou com a verdade na frente do CONDEL do Remo. Por que esses contratos não passam pelo DJ do Remo? Não resta pensar que têm coisas erradas. Eu acredito nos homens. Não sou de pensar maldade. Por que essa relutância? Quem fez o contrato do Zé Soares?
TT – Pensa em representar?
DS – Se outros conselheiros assinarem o documento, pretendo representar.
TT – Pirão disse que não era babá do Remo?
DS – Foi verdade. Mas eu disse a ele o seguinte: na sua empresa quando o senhor determina alguma coisa e não é cumprida, o senhor é babá? O senhor não é babá, o senhor é gestor do Remo! O senhor dá ordem no Remo! Se alguém não cumpre com suas ordens, o senhor tomará providências! Isso chega a ser gracioso!
TT – O novo estatuto “engessa” a diretoria, segundo Manoel Ribeiro?
DS – É verdade. O presidente Manoel Ribeiro disse na reunião que o estatuto engessa a presidência do Remo. Eu disse, com respeito e delicadeza, que o novo estatuto não engessa a diretoria, mas responsabiliza diretoria e CONDEL. Quando o presidente precisa antecipar verba de publicidade, antigamente, o gestor fazia na munheca, não consultava ninguém, hoje é diferente: ele tem que dá conhecimento ao CONDEL e este autoriza ou não. Isso é responsabilidade. É transparência administrativa.
TT – Pensa em deixar o Remo?
DS – Às vezes bate a decepção, mas terminarei o mandato!
Por limite de espaço, esta matéria foi editada, e no SHOW DE BOLA, domingo, 17, 12h, na Rádio Marajoara-AM, 1130, rodarei sonora sem corte.
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“NÃO ME ARREPENDO DE NADA”

Mazola chega em Val-de-Cães e é cumprimentado pelo repórter Lino Machado(RBA)

Pela Copa do Brasil, jogando em Marabá, Paysandu ganhou do Coritiba de 2 x 1, mas está fora da competição.
Às primeiras horas da madrugada desta quinta-feira, 14, técnico Mazola Junior chegou acompanhado do preparador físico Rony Silva e do assistente João Brigatti.
Qualificado pela boa estatística que obteve quando dirigiu o Paysandu pela primeira vez, Mazola comandou o Paysandu em 41 jogos, obtendo 21 vitórias, 14 empates e 6 derrotas.
Disse que o Paysandu tem um elenco qualificado, mas que precisa ser trabalhado taticamente para voltar a ser vitorioso e que jogadores que foram contratados ele conhece, porque são nomes valorizados.
Quando indagado sobre se volta a Belém com a boca fechada, Mazola disse que não se “arrepende” de nada, mas que volta ao Paysandu mais cauteloso.
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PAPO CABEÇA

Roger explicando aos colegas que ainda não é sua vez de ser presidente

Nesta quinta-feira, 14, acontecerá o primeiro teste do novo sistema de irrigação automatizada do gramado do estádio “Leônidas Castro”.
O novo placar de led do estádio (doação de Ulisses Sereni) será inaugurado dia 30 e terá como gestor o publicitário Igor Maués (Nesta data Ulisses Sereni comemora 40 anos de idade).
Antes da reunião, comissão que passa a assessorar Wandick e Roger Aguilera, no departamento de futebol, esteve em animada conversa, no centro do gramado, falando do futuro do clube.
Obras da construção do hotel-concentração começará na próxima semana. “É acabar aqui, tocaremos ali”, dizia Toni Couceiro acrescentando que todo o material está estocado.
O Paysandu é um clube de futuro na cabeça da nova geração que está tocando obras estruturais na velha Curuzu.
E o importante é que esses jovens sonham em ser presidente do clube que os pais dirigiram no passado. É nova geração chegando no clube que deu as maiores glórias para o futebol da Amazônia.
Roger Aguilera, Ulisses Sereni, Vitor Sampaio, Rômulo Raposo e Rui Sales reuniram e definiram atuações de assessoramento ao presidente Wandick.
1 – Acompanhar o dia a dia das atividades do elenco de futebol;
2 – Representar a diretoria junto jogadores e comissão técnica;
3 – Atuação junto a Federação Paraense de Futebol;
4 – Interação com a comissão técnica sobre atividades;
5 – Aproximação com o executivo Papellin sobre contratações de jogadores.
Uma vez por semana, a comissão reunirá com o presidente Wandick, de preferência aos sábados.
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NO QUEIXO

Que moral têm alguns conselheiros do Paysandu pra questionar Wandick?

Eis o expediente que  Wandick mandou ao presidente do CONDEL Bicolor, Ney Siqueira, como resposta do ofício que recebeu sobre questionamentos de quanto o clube paga aos jogadores e comissão técnica e outras exigências .
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BOMBA!

Wandick disse "não" ao CONDEL bicolor e pedirá sala

Está provado que CONDEL bicolor é contra Wandick. É oposição!
Presidente do CONDEL bicolor, advogado Ney Siqueira Mendes, encaminhou expediente à presidência do Paysandu convidando o presidente Wandick a se fazer presente em reunião programada para a próxima semana.
No ofício, Ney Siqueira elenca alguns temas que deverão ser indagados pelos conselheiros ao presidente bicolor, como por exemplo: os mais altos salários pagos pelo Paysandu a jogadores e comissão técnica.
De imediato, presidente respondeu: “Não me farei presente. Rogo ao presidente desta corte que questione com seus pares por quê que alguns não pagam mensalidades deste Conselho e às de sócios proprietários havia anos do clube.”
Fontes fidedignas informam que Wandick pedirá a sala que o CONDEL utiliza na sede bicolor sem pagar água e luz. A sala deverá comportar o departamento jurídico do clube.
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