MEDO

Ânderson, gerente, reforçou a segurança da loja

A rivalidade entre alguns membros da Terror Bicolor e Remoçada virou rixa.
Essa hostilidade tem se transformado em homicidios e prejuízos para os clubes e terceiros que nada têm a ver com a rivalidade visceral.
Em novembro do ano passado mataram “DD” e “Boiobi”, membros da Terror Bicolor, nas cercanias do estádio bicolor.
Num dia do mês de fevereiro deste ano destruiram a frente da loja do Sócio bicolor e, ainda este ano, motoqueiros atiraram em dois jovens que estavam no interior da loja da Terror Bicolor, na Almirante Barroso.
São crimes anunciados. E os que vivem nas cercanias de Curuzu e Baenão estão em estado de alerta.
A quando de jogos importantes de Remo e Paysandu, os gerentes do Posto Azulino, pela “Rômulo Maiorana”, e da Remo Store reforçam a segurança em seus estabelecimentos.
“Quando aconteceu a destruição da loja do Paysandu, nós aqui reforçamos com chapa de aço a porta da loja, porque sabíamos que eles iriam pra forra. Como vieram à noite passada, mas como não conseguiram arrombar a porta, arrebentaram a placa da loja e o portão aí ao lado”, disse Anderson Monteiro, 30, gerente da Remo Store, loja contígua ao Baenão.
Donos de bares, gerentes e funcionários que trabalham em estabelecimentos apensos aos estádios de Clube do Remo e Paysandu andam sobressaltados e a maioria não fala sobre a situação com medo de represálias.
“A polícia sabe de quem se trata; sabe onde esses vândalos moram, mas cruza os braços, porque os clubes são reféns de Terror Bicolor e Remoçada”, condenou um remista que estava na calçada do Baenão e que pediu para nao ser identificado. “Nós estamos aqui, agora, correms o risco de ser alvejado”, acrescentou o torcedor azulino.
No interior da loja Remo Store, o editor do blog, José Maria Trindade, conversou com o gerente Anderson e confirmou que a segurança está reforçada. “Diante da situação, tivemos que contratar seguranças”, concluiu.
ROYALTIES
Desde 2009, à época de Amaro Klautau, que a GOL STORE, empresa de Santa Catarina, é dona dos direitos de comercialização dos produtos lecenciados com a marca “REMO”. A vigência do contrato é de dez anos.
São duas lojas: na sede e no Baenão e os direitos financeiros do Remo são repassados mensalmente, conforme informa Mário Sérgio, responsável pela secretaria do clube: “A Gol Store repassa todo mês os royalties do Remo. É sagrado! Tem mês que chega a 20 mil reais, mas a faixa está entre 15 e 20 mil por mês”, garantiu Sérgio.
Remo e está sem título havia seis anos. O último foi em 2008.
É o que há!

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VAIDADE

O vaidoso só pensa em si.
“A vaidade destrói a essência do ser”.
Foi a vaidade de Zé Antônio que fez o Paysandu perder o título da Copa Verde e a velha e surrada frase de “quem não faz leva” prevaleceu. O castigo vem via internet.
Decerto que foi um conjunto de fatores que fizeram o Paysandu perder a Copa Verde, mas tudo começou com Zé Antônio,  que aos 36m, do primeiro tempo, entrou em diagonal pela esquerda e chutou direto, quando tinha a servir Picachu e Lima, que estavam de frente para o arco do goleiro Artur. Ele não pensou no coletivo, que é uma das principais qualidade do futebol. Pensou em se consagrar! Não fez e quem não faz, no futebol, leva.
No contra-ataque, em velocidade, Claudecir entrou e driblou Matheus; Charles tirou uma de goleiro e tocou com a mão. Foi expulso. Cobrando pênalti, Gilmar, aos 38m, fez 1 x 0 Brasília.
De tudo que aconteceu no “Mané Garrincha”, à tarde-noite de segunda-feira, 21, entre Brasília e Paysandu, na decisão da Copa Verde, e que o time Candango venceu em campo 2 x 1 e nos pênaltis 7x 6, Djalma, no intervalo do primeiro para o segundo tempo, falou para o repórter Dinho Menezes, da Rádio Clube: “A vaidade nossa não deixou a gente tocar a bola para o companheiro fazer o gol”.
Tanto Mazola, técnico do Paysandu, como Luís Carlos Carioca, técnico do Brasília, são estrategistas e armaram suas equipes conforme às características dos seus jogadores.
Paysandu aplicado na marcaçã, no meio-campo, e na zaga Charles e João Paulo perfeitos na cobertura.
Gilmar comandava o meio-campo do time Candango.
Picachu e Djalma exploravam a direita do ataque bicolor.
Fernando, ala brasiliense, entrou driblando, serviu Alekito e este chutou e fez 2 x 0 Brasília, aos 9m do segundo tempo.
Com dez em campo, Mazola recompõe a zaga com a entrada de Pablo, no posto de Billy; sai Airton e entra o garoto Leandro Carvalho, que fez o gol do Papão e que deu ao bicolor a condição de ir para as disputas de pênalti. 2 x 1, aos 39m.
Os gols de Lima desmarcados pelo juiz foram todos acertados, porque o atacante estava em posição de impedimento.
Nas cobranças de pênaltis, o Brasília iniciou perdendo na cobrança de Mateuzinho e fez os quatro seguintes.
Augusto Recife, Picachu, João Paulo e Leandro Carvalho marcaram. Lima, o atacante-artilheiro bicolor, chutou e o goleiro Artur defendeu.
Nas alternadas, Bruninho e Djalma marcaram para o Paysandu e Hélinton perdeu.
Claudecir, Alekito e Fernando marcaram e o Brasília ganha de 7 x 6 e se consagra campeão da primeira Copa Verde.
Ao Paysandu ficou a lição: a vaidade não deixa o homem pensar comunitariamente.
É o que há!

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ROUBADA

Leandrão é a maior “roubada” do futebol paraense. É mememe!
O Remo de Charles Guerreiro não tinha esquema tático, mas tinha garra, flama.
Time de Roberto Fernandes foi uma caricatura de time de futebol contra o Independente.
E Roberto Fernandes, a ideia que me dá, é que ele conhece a A ARTE DE TER RAZÃO, do Schopenhauer (este filósofo criou 38 estratagemas para vencer qualquer discussão)
Ora, o técnico do Remo disse que entraria com “3 atacantes pesados, porque o gramado estava pesado”.
Ao final do jogo falou o técnico azulino: “Não vou culpar o gramado, porque eu sou o responsável, mas faltou espiríto”. Ele escalou mal o Remo e prefere Leandrão em vez de Ratinho e Wal Barreto.
E Roberto Fernandes inventou três atacantes jogando em linha: Leandrão pelo meio, Tiago Potiguar pela esquerda e Leandro Cearense pela direita. Não deu certo, porque Eduardo Ramos não conseguiu criar e nem avançar.
Pelo Independente, dominaram as ações, pelo meio-campo, Douglas e Cariri: trabalharam a bola e conseguiram criar.
Os laterais do Remo, Diogo Silva e Rodrigo Fernandes, não marcaram e não apoiaram.
Três a zero para o Independente foi pouco, e o Remo tem que jogar muito dia 1º de maio na partida de volta, quando o time azulino terá que ganhar de 3 x 0.
Aos 25m Léo Rosas cobrou falta frontal ao arco de Fabiano e meteu tudão: 1 x 0.
Jogando com dez jogadores, porque zagueiro Rafael Andrade foi expulso no final do primeiro tempo, técnico azulino faz mudanças para recompor a zaga: André passa a ser zagueiro; tira Tiago Potiguar e mete Rony, que psssa a ser lateral esquerdo; Dadá vai prá letaral direita no posto de Digo Silva, que sai para a entrada de Ilailson, que vai para o ataque, e Jonnatan entra no lugar de Leandrão.
Em nada melhorou o Remo. O meio-campo remista não existiu. Eduardo Ramos não marcou e nem criou.
Aos 4m Wegono fez 2 x 0 Independente. E Douglas, aos 26m, recebeu na entrada da área, num toque curto e milimétrico, deixou Dadá, Max e o goleiro Fabiano esburrachados no chão e fez 3 x 0. Um gol de placa!
O time do Independente teve em Jaquinha, pela esquerda; Douglas e Cariri, pelo meio, e Chaveirinho na frente os expoentes da vitória incontestável do “Galo Elétrico”, que agora joga pelo empate, dia 1º no Mangueirão.
O Remo não contará com André, que recebeu o terceiro amarelo, e o zagueiro Rafael Andrade, que foi expulso.
BLABLABLÁ
Ao ser divulgado que Roberto Fernandes, técnico do Remo, estava sendo cogitado pelo Santa Cruz-PE, não tive pejo em dizer que não acreditava, porque sei que ele é labioso.
O repórter Nelson Torres, da Rádio Liberal, setorizado no Baenão, telefonou para o Ataíde, supervisor do time pernambucano, e matou a charada: “É conversa fiada! Roberto Fernandes não está nos planos do Santa Cruz”.
Em 2011, na Curuzu, eu vi o filme: O LABIOSO.
É o que há!

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NUNES SERÁ VICE DA CBF PARA O NORTE

Nunes e sua diretoria com os representantes da Fifa, na sede da FPF

Antônio Carlos Nunes de Lima, presidente de FPF, voltou do Rio de Janeiro, após votar em Del Nero (e não votou em Fernando Sarney, vice da região Norte) para presidente da CBF – Confederação Brasileira de Futebol.
Como Del Nero assumirá em janeiro de 2015, os presidentes das federações do Norte já começaram a trabalhar pela substituição de Fernando Sarney, e o Nunes, por ser o mais velho, tem apoio dos confrades da região para assumir a vice-presidência da região.
Se isso ocorrer, Nunes estará consagrado como cartola.
Foram eleitos vice-presidentes por regiões: Fernando Sarney (Norte); Gustavo Feijó, da Federção Alagoana (Nordeste); Marcus Vicente, da Federação do Espírito Santo (Centro-Oeste); José Maria Marin, atual presidente da CBF, foi inscrito na chapa de Del Nero como vice da região Sudeste e Delfim Peixoto, da Federação Catarinense (Sul).
Presidente da Federação Paraense de Futebol, Nunes, confirmou ao blog às presenças, após a Copa, em Belém, dos presidentes da CBF e Fifa, Marin e Blater para as inaugurações dos três campos do CEJU – Centro da Juventude – que terão dimensões determinadas pela entidade: 105-68.
49000m² é área do CEJU e, a princípio, serão construídos 3 campos em grama sintética.
´A primeira etapa da obra começará na próxima semana. “Nos campos pretendemos realizar as nossas competições de base, ainda este ano”, revelou Nunes.
É o que há!

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VAMPIROS SOCIAIS

Não concordo com essa mania das pessoas desejarem saber quanto ganha uma estrela do futebol…
A princípio, sou contra a lei de transparência no serviço público, que deliberou salários dos banabés, em todos os níveis da vida pública, e de “staffs”
Aliás, penso que o Brasil não é uma verdadeira democracia: o jovem, aos 18 anos, é obrigado a se apresentar para servir à pátria; o brasileiro é obrigado a comparecer à secção eleitoral para votar ou não…
Penso que tudo que não desejo para mim não posso desejar para o meu semelhante. É um velho princípio ético universal.
“Feliz”, dizia Sidarta Gautama, “aquele que superou seu ego”. Alguns homens têm apego pelo que é dos outros. Tem cuíra pra saber como o outro conseguiu amealhar bens materiais. E este mesmo Sidarta Gautama (Buda) deixou para a posteridade: “A causa do sofrimento é o DESEJO: anseio pelos prazeres sensuais e apegos aos bens e ao poder mundano”. E como na inprensa esportiva paraense tem gente deste tipo.
Quanto ganha Eduardo Ramos? Athos? Leandrão? Lima?… Não sei e nem me interessa. O que vale pra mim é que eles façam jus ao dinheiro que recebem dos seus clubes. E desse quarteto somente Lima tem correspondido ao esforço dos dirigentes do Paysandu. É verdade: tem jogador que está na fase do “rouba” no futebol paraense, mas a culpa, francamente, não é dele. É de quem contrata.
Quinta-feira, 17, de manhã, quando anunciei, no “tuite”, que Lima teve salário majorado e ficará na Curuzu até 2015, recebi “emeios”, comentários no face e “torpedinhos” me pedindo que anunciasse salário do jogador. Recuso-me! Não sou vampiro social. E se atender apelos de quem me segue nas redes sociais estou sendo desleal aos meus princípios.
(Não gosto de ser seguido: não sou seguidor de Jesus Cristo, como posso querer seguidores? “Se você pretende ser leal a mim, você deve estar seguro ao meu respeito. Seria eu alguém em quem você pode confiar? Seria eu alguém que é o que afirma ser?” Pense nisso!)
O repóter não deve fingir. O jornalista não é poeta.
Além de não divulgar salários de quem quer que seja, não tolero discutir valores dos ingressos dos jogos de Clube do Remo e Paysandu. Tem radialista que perde preciosos minutos em programas esportivos discutindo majorações dos ingressos dos jogos das duas maiores “locomotivas” do futebol amazônico. Penso ser apedeutismo.
Você ouve alguém discutindo ingressos dos cantores e bandas que se apresentam em Belém?
Quem é capaz de discutir quanto custa ingressos dos bailes da saudades periféricos da grande Belém?
Quanto custa uma publicidade nas agências de publicidades dos radialistas e jornalistas? E as empresas de publicidades de jornalistas e comentaristas que se prestam para desviar dinheiro do erário?
Quem puder que explique!
É o que há!

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DESCASO TOTAL

Ângelo Carrascosa: "Pirão não leu o estatuto do Remo"

Francamente, era só o que faltava: estatuto do Remo não é respeitado pela diretoria executiva e por um alto índice de conselheiros.
O novo estatuto azulino, que foi engendrado por um trio de operadores do direito – Altemar Paes (juiz), Domingos Sávio (promotor público) e Ângelo Carrascosa( procurador do Estado) -, tem como princípio noções de responsabilidade fiscal. É a essência da carta azulina.
Além dos três profissionais do direito, Josias Campos, profundo conhecedor dos meandros remistas, e Silas Moinho, expert em marketing, colaboraram
Em última reunião do ano passado, no mês de dezembro, o novo estatuto foi aprovado pela Assembleia Geral, e, em fevereiro deste ano, o documento recebeu o carimbo do cartório de notas.
CONDEL remista é composto de 100 conselheiros, 40 beneméritos e 10 grandes beneméritos. Com o passamento de Dhelio Guilhon abriu-se uma vaga no quadro de beneméritos. Então, hoje, há 149 conselheiros.  A vaga deve ser disputada a ferro e fogo.
Pelo novo estatuto, os 100 conselheiros devem pagar 90 reais para manutenção do órgão. 80% não pagam e chega a 85% o índice de faltosos nas últimas reuniões;
Veda venda de títulos remidos. E o presidente Pirão, em total desconhecimento da carta, solicita ao CONDEl a emissão de 2 mil títulos de sócios remidos ao preço de 2 mil reais cada um. Conselho criticou e não anuiu o pedido do presidente, que vende cadeiras da nova arena remista para as temporadas 2014/15. Ele está confrontando o estatuto que proibi o presidente de antecipar receita;
Contratos dos jogadores do elenco profissional não passam pelo Departamento Jurídico do clube.
Sobre essas incoerências da atual diretoria remista, o blog conversou com o advogado Ângelo Carrascosa, 37, que disse da sua decepção , a seguir.
TT – Estatuto.
AC – Dividir responsabilidade fiscal entre o Conselho Diretor e o CONDEL.
TT – Objetivo.
AC – Tratar o Remo como uma empresa. É este o objetivo. Todo cidadão, toda empresa tem noção de gastar aquilo que arrecada e nós colocamos isso de uma forma profissional no estatuto.
TT – Função do CODIR.
AC – Fazer proposta orçamentária e enviar ao CONDEL, que analisará e autorizará os gastos dentro das rubricas, conforme previsão de arrecadação. O CODIR tem que ter planejamento e agindo assim dividi responsabilidade com o CONDEL.
TT – A diretoria azulina segue o estatuto?
AC – Reconhecemos o esforço da diretoria em reformar Baenão, arrumando o time de futebol, mas esses acertos não podem esconder as mazelas que estão acontecendo, infelizmente a diretoria não está obedecendo… E sequer lendo o estatuto.
TT – A prova.
AC – O pedido da diretoria da emissão de 2 mil títulos remidos para que o Remo pague compromissos atrasados com jogadores. Isso causou indignação dos conselheiros. O estatuto veda (e acaba) expressamente a emissão de títulos remidos.
TT – Quem solicitou?
AC – Pelo requerimento que o presidente Manoel Ribeiro leu, foi o presidente do CODIR que solicitou, o Zeca Pirão. Ele pediu algo que o estatuto veda. Assim ele mostra que não teve o trabalho de ler o estatuto
TT – Valor?
AC – 2 mil reais cada título. Salvo engano. Mas nem colocamos em votação…
TT – O estatuto está sendo descumprido?
AC – Está. Ficamos sabendo pela imprensa que contratos de jogadores estão sendo assinados até 2015. Ele está assumindo compromisso além do que ele vai estar. Isso é vedado pelo estatuto. Não pode haver antecipação de receita se não assim ele vai quebrar o próximo presidente. Zé, ele vendeu cadeira do Baenão para duas temporadas: 2014e 2015. Eu comprei! O próximo presidente não contará com esta receita . Infelizmente, o estatuto não está sendo seguido. Pirão e sua diretoria têm mérito, mas têm errado. E os mesmos erros de presidentes anteriores e isso tem me deixado preocupado.
TT – Conselheiros não pagam taxa
AC – É verdade. E é pior ainda: o valor ínfimo de 90 reais que tem que ser pago pra que a gente tenha como o CONDEL sobreviver, eles não comparecem às reuniões. É esmagadoramente maior que 75% de inadimplência. São 20, 25 pessoas que vão à reunião do CONDEL. Nós do CONDEL estamos sendo omissos com estes conselheiros… Não pagam e não estão comparecendo.
TT – Serão notificados
AC – Serão. Ou comparecem às reuniões ou abrirão mão dos seus cargos e chamaremos os suplentes…E vamos reduzir o número de conselheiros porque é melhor ter um conselho qualitativo que quantitativo.
TT – 2 departamentos jurídicos?
AC – O Dr. Ronaldo Passarinho falou em reunião do CONDEL que nenhum contrato dos jogadores passam pelo departamento e eu não sei quem está fazendo esses contratos. Mas esses contratos deveriam passar, necessariamente, pelo departamento jurídico do clube.
TT – Sua visão
AC – A atual diretoria remista não aprendeu com os erros das administrações passadas. Só de boa intenção não basta. O Remo precisa profissionalizar sua gestão em vários aspectos e se o CONDIR não se aproximar do CONDEL, só o Remo tem a perder.
TT – Sentimento.
AC – decepção, frustração são adjetivos que podem ser utilizados. Este estatuto foi analisado e debatido com todos os seguimentos do Remo e esperávamos que o presidente fosse seguir este norte, mas a atual gestão, ao que parece, prefere acertar só do que errar com todo mundo e isso é perigoso… Eu fico triste, mas espero que todos se voltem para o estatuto porque o Remo tem muito a ganhar.
É o que há!
P.S.: A “sonora” desta matéria será rodada no programa SHOW DE BOLA, da Rádio Marajoara-AM-1130, domingo, 12h, na íntegra.

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JOGUINHO RUIM

Lima, Picachu e Paraná comemorando 1º gol bicolor

Pela Copa do Brasil, Paysandu 2 x 1 Maranhão Atlético Clube maltrataram a bola.
Aos trancos e barrancos, tecnicamente um jogo desfigurado, time bicolor nunca jogou tão mal ao comando de Mazola como o que aconteceu à noite de quarta-feira, 16, no Mangueirão.
Passes errados, falha na marcação e incompetência nas finalizações foram a tônica do time bicolor no primeiro tempo.
Os erros do time bicolor fizeram com que Kauê e Davison armassem as jogadas do time maranhense.
Paysandu começou a partida pressionando e nos pés de Lima e cabeça de Marcos Paraná estiveram as oportunidades de marcar e não fizeram.
MAC adianta a marcação e sai em velocidade e aos 8m Élton de cabeça faz 1 x 0.
Pablo, Augusto Recife e Marcos Paraná falharam nos passes e não conseguiram ter a posse bola.
Aos 37m Lima encobriu o goleiro Raniere e empatou em 1 x 1. Picachu ainda tocou na bola e sai comemorando, mas o árbitro confirmou Lima para o Paysandu.
Arnaldo Lira e Mazola Júnior não mudam suas equipes no segundo tempo.
Paysandu comete os mesmos erros, e o MAC pressiona com a entrada do terceiro atacante: Neto Alagoano no posto do volante Kauê.
Mazola tira Pablo e mete Bruninho; Marcos Paraná sede lugar a Leonardo Carvalho e este deu ânimo ao ataque bicolor.
Augusto Recife mete na área e aos 29m Leandro Carvalho, depois de duas tentativas, chuta forte para marcar o gol que determinou a vitória bicolor.
Paysandu prossegue na Copa do Brasil e aguarda pelo vencedor do jogo entre Sport e Brasília.
CONFISSÃO DE DÍVIDA
Luís Omar Pinheiro, ex-presidente do Paysandu, assina TERMO DE CONFISSÃO DE DÍVIDA em prol de HARISON DA SILVA NERY, ex-jogador bicolor em 2012, no valor de R$ 87.840,00 e a ordem de pagamento chegou à sede bicolor, à tarde de quarta-feira, 16.
O documento tem data de 28.11.2012 e foi reconhecido no cartório Diniz em Janeiro de 2013, quando Luís Omar não era mais presidente bicolor.
O documento tem assinatura, na qualidade de testemunha, de Raimundo Feliz, à época membro do Conselho Fiscal bicolor.
É o que há!

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COCHICHO

João Brigatti, 49, é um dos aplicados cochicheiros do futebol brasileiro

É mais fácil a FPF remanejar o jogo do PSC contra o São Francisco do que a delegação bicolor chegar em Belém, após o jogo do dia 21, contra o Brasília, em voo fretado.
“Espero que a Federação ajude o seu filiado, porque se o Paysandu for campeão da Copa Verde a Federação sobe no ranking nacional”, falou Wandick, presidente bicolor, ao repórter Dinho Menezes, à tarde de terça-feira, 15, no CEJU, onde time bicolor fez treino tático ao comando de Mazola Júnior.
Presidente da FPF, Antônio Carlos Nunes de Lima, está no Rio de Janeiro e participa hoje, 16, da eleição para presidente da CBF, e não atendeu ao chamado telefônico.
Maurício Bororó, presidente em exercício da FPF, disse ao blog que ao entrar em contato com a empresa que faz a logística da CBF, esta informou que não há vagas disponíveis nos voos no trecho Brasília/Belém e a solução é a delegação bicolor retornar fracionada: parte embarca na terça-feira, 22, e outra, dia 23.
“Se não for possível a delegação bicolor retornar na terça-feira , 22, a Belém, a Federação adiará os jogos do Paysandu contra o São Francisco”, afirmou Bororó.
Se a diretoria pensa no retorno da delegação bicolor de Brasília para Belém, Mazola Júnior, técnico, e João Brigatti, 49, auxiliar, comandaram treino tático em campo do CEJU – Centro da Juventude, anexo ao Mangueirão.
Marcação, passe e posse de bola foram ajustados durante o treino de uma onzena que começou com: Matheus; Picachu, Charles, João Paulo e Airton; Augusto Recife, Ricardo Capanema, Bruninho e Marcos Paraná; Jô e Lima.
Na sequência do treino, Mazola tira Bruninho e mete Zé Antônio; Héverton entra no posto de Marcos Paraná, e Jô é substituido por Djalma.
João Brigatti, 49, que em 1994 foi goleiro do Remo, hoje é auxiliar técnico do Mazola, de quem é amigo desde “piqueno”, além do conhecimento, o auxiliar é o profissional em quem o técnico titular deposita toda confiança. É fiel escudeiro. É quem prepara o “scout” (levantamento individual do time adversário). Cochicha no ouvido do técnico detalhes de uma partida de futebol.
“Não é só confiança e amizade, não! É profissionalismo! É a competência naquilo que se faz! Hoje estou na função, mas fui goleiro, preparador de goleiro durante 15 anos e é o meu segundo ano como auxiliar técnico”, confirmou o educado Brigatti, que trabalhou na Coreia, na seleção da Jamaica durante 4 anos e hoje está na Curuzu.
Hoje, no mundo da bola, técnico e auxiliar são como Tico e Teco, unha e cutícula ou champanhe e caviar. No Brasil, as duplas famosas são: Felipão/Murtosa e Murici Ramalho/Tata; e esses assistentes poucos dão entrevistas (não falam), e só aparecem cochichando ao pé do ouvido do técnico à beira do gramado.
Brigatti sorri e diz que o auxiliar técnico “está com a cabeça fria e há excesso de informações, de trabalho e o futebol evoluiu bastante”.
O futebol é uma ciência dinâmica e os seus profissionais – técnico, auxiliar técnico, preparador físico, fisiologistas e médicos – trabalham em busca da performance de uma equipe.
Hoje as grandes equipes de futebol trabalham em busca da posse de bola. Pepe Guardiola, no auge do Barcelona, chegou a ter 65% de posse de bola em partidas de futebol.
É o que há!

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“O TIRO PODE SAIR PELA CULATRA”

O Remo me deve 80 mil reais e o tiro pode sair pela culatra, diz H. Lobato

Departamento Jurídico do Clube do Remo ameaça representar contra o advogado trabalhista Henrique César Santos Lobato, 38, na OAB-PA – Ordem dos Advogados do Brasil – Secção Pará.
Conceituado advogado trabalhista, Henrique Lobato, é acusado pelo grande benemérito remista e ex-vice do departamento jurídico do Remo, Ronaldo Passarinho, de ter recebido 24 mil reais a mais em processo executado pela 13ª Vara do TRT-Pará.
Credor Henrique Santana de Souza, ex-jogador do time azulino, dos 80 mil reais que recebeu, parcelados em dez de 8 mil reais, recebeu 3 parcelas a mais: portanto, 13 parcelas.
Lobato reconhece que o Remo pagou além do que devia ao seu cliente e que houve “erro de justiça”, mas que já houve comprovação de que ele, Henrique Lobato, não deve nada o Remo, pelo contrario, é o clube que lhe deve R$ 80 mil.
Departamento jurídico do Remo solicitou ao juiz da 13ª Vara, Jorge Antônio Vieira, bloqueio da conta bancária de Lobato o que não foi aceito pelo magistrado.
Matéria postada neste blog na semana passada – REMO VAI À OAB -, conselheiro federal da Ordem, advogado Jorge Borba, revelou ao repórter José Maria Trindade, editor desta página virtual, que o assunto é “delicado” e que não compete à Ordem fazer cobranças.
“O tiro pode sair pela culatra”, disse Lobato.
Advogado Henrique Lobato, pelo telefone, convidou-me a ir ao seu escritório no centro de Belém (15 de Novembro) e recusei-me a ir e pedi que ele se manifestassse através de “emeio”, o que não fez, mas ontem, no bar do Costinha aconteceu o nosso encontro.
A seguir, na íntegra, “sonora” produzida pelo bloguero.
TT – Você recebeu 24 mil reais a mais?
HL – Na verdade, Zeca, o que houve foi um equivoco da justiça: o Remo pagou 24 mil a mais ao Antônio Santana de Souza. O pagamento foi para o Antônio Santana de Souza; não foi para o advogado Henrique Lobato. O Henrique Lobato é advogado do Antônio Santana de Souza. Eu não sou dono do crédito.
TT – De quem é a culpa da falha?
HL – É verdade que houve falha, mas a justiça notificou o Antônio Santana de Souza a devolver o dinheiro. Foi notificação pra ele, mas ele diz que está passando por dificuldades financeiras.
TT – Remo peticionou ao juiz?
HL – O Remo solicitou ao juiz da 13ª Vara bloqueio da minha conta bancária e o juiz não deferiu. O juiz da 13ª Vara (Jorge Antônio Ramos Vieira) mandou executar o Antônio Santana de Souza, que foi o beneficiário do crédito.
TT – O dinheiro foi depositado em juízo ou pago na sede do Remo?
HL – O Remo fazia pagamento mensal para todos os processos na 13ª Vara. Um desses processo era o do Antônio Santana e a justiça, equivocadamente, fez este repasse…Foi uma falha…Foi erro humano…Acontece…Mas…O Antônio me pediu para que eu peticionasse no processo que ele tem cerca de 6 milhões pra receber do Santa Cruz de Recife e eu peticionei a decisão do juiz de lá (Recife); eu juntei a sentença que condenou o Santa Cruz. Zé, ele não quer ficar devendo o Remo! Quem tem 6 milhões pra receber não fica devendo 24 mil reais!
TT – Representação na OAB-PA
HL – Estou aguardando! Estou esperando que venha alguma coisa de lá! Na verdade, Zé, não quero me antecipar muito…Deixa o Remo fazer o procedimento. Agora, eles sabem que toda ação cabe uma reação. A representação será improcedente porque eu tenho documentação…Eu vou fazer minha defesa…Eles sabem que isso pode se voltar contra…Então, o tiro pode sair pela culatra.
TT – Acordo com o PSC?
HL – Foi repactuado o acordo Jobson/Arinelson. Como o Paysandu não estava com fôlego para arcar mensalmente, o doutor Maia me procurou e nós conversamos e ajustamos 60 mil reais por mês, que eles estão ajustando amanhã (hoje, terça-feira)
TT – E os 120 mil do Remo todo dia 17?
HL – As parcelas fixas dos 120 mil reais foram pagas fevereiro e março na data ajustada…Vem pagando…A parcela fixa está em dia e os percentuais das rendas tem um “hiato” aí de jogos que não fizeram os repasses de 5%…E eu vou provocar o juízo para que o Remo deposite. Eles não estão querendo embate? Então, vou cutucar mais!
TT – O Remo lhe deve?
HL – Num processo de sucumbência, que é uma dívida direta comigo, o Remo me deve 80 mil reais. Se eu estou devendo o Remo, eles não podem pedir para o juiz para descontar dos 80 que o clube me deve? Por que o clube não faz isso? É simples! Por que o Remo não manda abater dos meus 80 mil reais? É um procedimento mais simples! Já que eu estou devendo 24 mil reais ao Remo, que se bloqueio dos meus 80 mil reais! Cobra-me! Entra com uma ação!
TT – Você é um advogado amado e odiado nos meios esportivos.
HL – Faço o meu trabalho e procuro respeitar às pessoas, os profissionais do âmbito do meu trabalho… Eu não tenho problemas com Remo e Paysandu.
TT – Eu evito ir em escritório de advogados e dirigentes, porque já pulei uma fogueira ao armaram prá cima de mim e que meu nome foi chamuscado e até hoje nunca fui à justiça falar sobre este processo de extorsão que tentarão contra a minha pessoa.
HL – Na verdade, Zeca, existe fatos, então vai-se atrás do fato, agora, é importante o contraponto. O contraponto é importante! O Remo falou, né?…que eu devo 24 mil reais, mas o Remo me deve 80 mil de honorários e prefere me achincalhar publicamente – que é isso que eles estão fazendo -, mas não estou preocupado não…O certo, Zeca, é que eles não sabem de que maneira vão chegar em mim e ficam induzindo um jornalista para me intimidar. Zé, o dinheiro não é meu…Não é meu o crédito…Não é o Henrique que está demandando…É o Antônio Santana. Agora, os meus 80 mil reais, o Remo está me devendo!

P.S.: Jornalisticamente, ninguém, mas ninguém mesmo, me induz. Trabalho em cima de fatos!

Independente e Clube do Remo jogam a primeira partida em Tucuruí, domingo, dia 20; 27, no Baenão, Remo recebe o Galo Elétrico.
É o que há!

Destaques

CR E IEC MUDAM DATAS E JOGAM EM BELÉM

F.Castro: "Datas estão disponíveis"

Jogando no Baenão, Remo venceu Paragominas de 2 x 1.
Em Santarém, São Francisco 1 x 1 Paysandu.
O Independente, no Parque do Bacurau, ganou de 2 x 0 do Cametá.
Gavião e Santa Cruz empataram em 3 x 3.
Com estes resultados, pela última rodada da Taça Estado do Pará, Paysandu e Remo chegam à fase semifinal jogando por 2 empates diante de São Francisco e Independente para disputarem a final da Taça Estado do Pará.
Segundo a tabela, Independente e Remo deveriam jogar dia 17, quinta-feira, a primeira partida da semifinal, Fernando José de Castro Rodrigues, diretor técnico da FPF, que estava no Baenão, foi consultado pela diretoria azulina e nesta segunda-feira, Independente e Remo deverão formalizar a solicitação para os dias 20 e 27.
Domingo, 20, no Mangueirão, Independente e CR; dia 27, no Baenão, Remo e Independente. Presidentes de Remo e Independente (Pirão e Delei) acertaram datas e locais em conversas telefônicas.
José Maria Trindade, editor deste, falou com Fernando Castro, pelo celular, que informou o desejo dos clubes e que não há “impedimento” porque às datas estão disponíveis.
As datas de 24 e 30 estão programadas para São Francisco e Paysandu, em Santarém, e Paysandu e São Francisco, no Mangueirão.
Fernando Castro informou ao blog que a FPF solicitou à Confederação Brasileira de Futebol que frete avião para trazer o Paysandu de volta a Belém, após o jogo do dia 21, contra o Brasília, na decisão da Copa Verde, no “Mané Garrincha”.
“Não tem vaga nos voos de Brasília para Belém e nós estamos tomando providências junto à CBF para que traga a delegação bicolor, a Belém, em avião fretado”, revelou o diretor técnico da FPF, Fernando Sérgio Castro.
Diante do São Francisco, Paysandu não se houve bem, mas manteve-se invicto havia 20 jogos.
Quarta-feira, 16, Paysandu enfrenta o Maranhão Atlético Clube – MAC –, pela Copa do Brasil, e o Papão joga pelo empate para prosseguir na competição.
Nos arredores do Baenão, muitos veículos foram arrombados.
É o que há!

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