ANJOS DA GUARDA

Procurador Regional Eleitoral, Alan Mansur, pede ao CR informações sobre receita(foto removida)

Remo e Paysandu têm seus anjos da guarda.
Nos piores momentos dessas duas instituições seculares aparecem pessoas que dão uma mãozinha e assim salvam patrimônios remistas e bicolores.
“Digo a vocês que não é fácil para a justiça leiloar patrimônios de Remo e Payandu”, expressão dita pelo corregedor do TRT, juiz Marcos Lousada Maia, no dia 15 de janeiro perante um auditório “teitei”de credores do Clube do Remo.
Zeca Pirão, presidente; Maurício Bororó, então vice-presidente, e advogado Pablo Coimbra,advogado azulino, e o repórter José Maria Trindade, editor desta página, estavam presentes ao encontro.
No final do mês de junho, por uma dívida de R$ 500 mil para com o INSS, a 7ª Vara da Justiça federal detrerminou leilão da sede do Clube do Remo, avaliada, pela justiça, em R$ 13 milhões.
Franciso Rosas, que é contador de mão cheia, fez o levantamento da dívida, preparou a documentação de proposta de parcelamento do débito em parcelas de R$ 4 mil reais mensais, o presidente Pirão assinou e o advogado Pablo Coimbr apresentou à justiça.
Proposta aceita e o Remo pagou a primeira parcela em junho. Agora, não pode deixar de depositar por que se isso ocorrer o débito dobra.
Na tarde de segunda-feira o Procurador da República no Pará, Procurador Regional Eleitotal do Pará e Procurador Regional dos Direitos do Cidadão no Ministérrio Público Federal, Alan Rogério Mansur Silva, expediu ofício ao presidente Zeca Pirão, do Remo, solicitando informações sobre a receita obtida pelo clube em 2014, tais como: rendas dos jogos, cotas de patrocínios e convênios com o governo do Estado do Pará.
Diante da informação, o editor deste esteve conversando, na manhã de sexta-feira,25, com um dos assessores do procurador Alan Mansur, na sede da Procuradoria da República, Wecsley Silva, que informou ser um “procedimento de rotina”pois o presidente do Remo é candidato a deputado federal, embora, neste momento, esteja impugnado.
José Maria Trindade questionou com mais profundida sobre o quê da solicitação e o assistente revelou que o procurador deseja ter em mãos, “para análise”, o dinheiro público que o clube recebe como direito de televisionamento do governo do Estado do Pará. Bastou-me.
O blog consultou advogado “expert” em justiça eleitoral, que pediu reservas, mas revelou que Remo e Paysandu não podem prestar conta com ninguém do dinheiro de televisionamento que o governo paga do campeonato estadual porque o convênio é com a Federação Paraense de Futebol e esta repassa aos clubes.
Portanto, cabe a FPF prestar conta, como já faz, perante o Tribunal de Contas do Estado do Pará (TCE).
O Remo, segundo informações de Wecsley, tinha até quinta-feira, 24, para informar ao corregedor eleitoral sobre receita de 2014, o que não fez.
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PSC SE CLASSIFICA E OPERÁRIO PASSA BEM

ANDAIME NÃO SUPORTOU PESO E VERGOU

MELQUIAS RECEBENDO PRIMEIROS SOCORROS NA CURUZU

Ao passar ao final da tarde de quinta-feira, 24, pela Almirante Barroso vi um carro socorro do Corpo de Bombeiro em frente ao portão do estádio da Curuzu.
Entrei e vi que um operário, que depois soube que se chama Melquias, havia desabado de um andaime que servia de suporte para a colocação das placas de vidros sobre a mureta.
Em atitude possessa, Toninho Assef veio pra cima de mim dizendo que “haveria o troco”.
Questionei com o conselheiro bicolor que eu estava realizando o meu trabalho.
Saí da Curuzu a toque de caixa e na rua fui ameaçado fisicamente pelo ex-vice-presidente bicolor a quem sempre tive respeito e consideração.
Indaguei nome e dados do operário e não obtive informações. O que me passaram é que Melquias não tem vínculo empregatício com o Paysandu e sim com uma empresa terceirizada que empreitou a colocação dos blindex.
Bati à porta do serviço de emergência e urgência do Porto Dias – o hospital mais próximo – e fui informado que o operário não pôde ser atendido, porque não há UTI no setor. Informação da portaria do hospital.
Melquias foi levado para o hospital Saúde da Mulher, na Humaitá, onde foi examinado e medicado. Segundo informaçõs médicas, não sofreu nenhum tipo de traumatismo e passa bem.
COPA DO BRASIL
Paysandu perde de 3 x 2 para o Sport Recife, mas passa à terceira fase da Copa do Brasil.
Beneficiado pelo sorteio, Paysandu dia 31 enfrenta o Coritiba, no “Couto Pereira”, às 21h.
E no dia 6 de agosto o jogo de volta, no Mangueirão.
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JF COBRA PSC

Maia (a direita) tratará do assunto na próxima semana

Bateu na mesa do diretor financeiro do Paysandu, Elmar Saúde, cobrança da Justiça Federal.
A 7ª Vara da JF, no Pará, cobra do Paysandu R$ 89.740,00 referente a FGTS não depositado de diretorias  anteriores à do Wandick.
A cobrança está com advogado Alberto Maia, diretor jurídico do PSC, que revelou ao blog que há duas condições para o clube: “Pesquisar e se não for devido, oferecer uma garantia para opor embargos à execução e se for devido, aguardar o REFIS ou negociar”.
Maia, que passa final de semana no interior do Estado, cuidará do assunto na terça-feira, 28.
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WANDICK NO PLANALTO

Wandick, de Recife, vai a Brasília, nesta sexta-feira, para encontro com Dilma Rousseff

Presidente do Paysandu, Wandick, estará nesta sexta-feira, 25, no Palácio do Planalto ao lado de dez dirigentes de clubes brasileiros que se encontrarão com a presidenta Dilma Rousseff.
Wandick representará o Paysandu e será o único clube do Norte do Brasil a ser convidado para o encontro com a chefa do poder executivo brasileiro.
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“MAGNATA” ASSUME CR

Advogado Marco Pina, interinamente, assume Remo

Zeca Pirão se licencia por alguns dias da presidência do Clube do Remo e o vice Marco Antônio Pina assumiu.
Antes, no seu tweeter, Marcos Pina havia deixado no ar algo como que estaria deixando o Remo: “Decidi tomar uma decisão importante amanhã (quarta-feira,23) pelo bem do Remo. De início muitos não vão entender, mas na frente, espero que entendam.”
José Maria Trindade telefona para Marco Pina e diz que está em Brasília, mas que estaria chegando às 13h45 em Belém.
Muitos entenderam que “Magnata” estaria deixando o clube, mas a mensagem teve outro significado: dar alguns passos atrás para assumir a presidência do Remo e saber conviver com quem não tem relações sociais.
O editor desta página vai ao aeroporto e no saguão do “Val-de-Cães” aborda o vice-presidente remista. Eis a conversa:
TT – Decisão
MP – (Risos) Zé, causou certa repercussão o que tuitei. Na verdade, Zé, é uma mudança de algumas de atitudes minha no Clube do Remo, passando a me aproximar mais da comissão técnica, do Roberto Fernandes e da diretoria de futebol. Eu vou fazer uma redequação da minha agenda de trabalho para me aproximar mais do Remo.
TT – Você não fala com Roberto Fernandes?
MP – Não. Não é isso, não. A nossa relação é respeitosa. Só que não há assim uma relação de aproximação como deve ter e é isso que eu vou fazer. Além do Bom-dia, boa-tarde a gente conversava muito pouco. Mas a culpa é minha por estar ausente do Baenão.
TT – Você teria outro técnico para trazer para o Remo?
MP – Essa estória de que eu não o queria como técnico do Remo nunca existiu. Eu nunca liguei pra técnico nenhum. Eu nunca fui contra a contratação do Roberto Fernandes. Eu acho ele um técnico muito competente. Ajudo ele e ele não sabe que eu o ajudo. Ajudo calado. O Pirão sabe disso.
TT – Thiago Passos?
MP – A relação é amistosa. Bom-dia, boa-tarde, respeitosamente. Eu respeito todo mundo: uns com mais afinidade que às outras pessoas.
TT – Você é ladrão do Remo?
MP –Stefani Henrique, que foi expulso do Remo ano passado, não sei porque de forma graciosa anda me atacando e eu representei sim contra ele no CONDEL; o dr. Manoel Ribeiro designará uma comissão para apurar e julgar a conduta dele quanto sócio. Eu me pergunto todo dia o que fiz porque este rapaz me acusa de ser ex-testa de ferro do Cabeça.
TT – Mas, sim, você é ladrão?
MP – Ele me acusa de ter desviado cinco milhões de reais do Remo; me acusa de que no jogo Remo e Flamengo eu, juntamente com Cabeça, de não ter prestado conta de 900 mil reais da renda do jogo. Acontece que quando Cabeça era o presidente eu era assessor da presidência. Eu não tinha poder de mando nenhum. Agora, ele diz pra todo mundo que eu desviava dinheiro do Remo, então ele vai ter que provar criminalmente.
TT - Justiça?
MP – Não tenha dúvida. Já registrei BO (Seccicional de São Brás) contra ele e já preparei queixa crime de calúnia, e na parte cível, danos morais.
No momento em que o repórter José Maria Trindade entrevistava Marcos Pina, ele recebeu ligação telefônica e respondeu: “Já cheguei em Belém e diz pra ele que estou indo para o “Avenida”. Era o presidente zeca Pirão esperando pelo vice para conversar sobre a interinidade de “Magnata” como presidente azulino.
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“EFEITO RETROATIVO”

Maia está com a pulga atrás da orelha com relação a "efeito retroativo"

A oração intercalada “efeito retroativo” é o quê gerador de várias interpretações e que deixou advogado Alberto Maia, diretor jurídico do Paysandu, com a pulga atrás da orelha.
Ainda sobre ofício do diretor de registros e transferência da CBF, Luiz Gustavo Vieira de Castro, ao auditor da 1ª Comissão Disciplinar do STJD, Felipe Bevilacqua, Maia revelou ao blog, na manhã de terça-feira, 21, no “hall” do TRT, que a “lei não prever essa questão do efeito retroativo”.
“Acredito que os julgadores vão se a ter à lei e esta não prever efeito retroativo e por este motivo estamos confiantes e vamos trabalhar até o final em busca do nosso objetivo”, disse.
Maia acredita que o advogado do Brasília deverá usar a expressão “efeito suspensivo” para sustentar a defesa, porém faltou aos dirigentes brasiliense a “diligência” porque se fosse com o Paysandu o clube teria “exigido” da CBF a publicação no BID.
“O Brasília não foi diligente neste sentido e eu entendo que não há como retroagir – a lei não prever isso – como se tivesse sido publicado em período pretérito. O Paysandu só quer que faça justiça e nós confiamos na justiça desportiva”, concluiu Alberto Maia.
O Paysandu teve o cuidado de juntar ao processo documentos possíveis e inimagináveis, como afirma Maia, e ainda mais: o cuidado de verificar que neste período todos os jogadores que jogam nos clubes de Brasília (Capital Federal) foram publicados no BID, e só do Brasília que não foi publicado. “Será que era o computador do Brasília (clube) que não prestava?”, indaga Maia.
“O atleta que não está no BID não está no mundo do futebol”, a expressão é de um dos auditores do STJD.
CABEÇA DE CHAPA
Alberto Maia diz que a “vida é feita de desafios” e relembra que a vida dele foi feita de desafios e “o dia que o homem não tiver desafios ele tem que morrer.”
Advogado Alberto Maia é o cabeça de chapa, tendo como vice Sérgio Serra.
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TIREM SUAS CONCLUSÕES

Chega em minhas mãos (José Maria Trindade, editor desta página) cópia do ofício que Luiz Gustavo Vieira de Castro, Diretor de Registro e Transferência da CBF, encaminhou ao auditor da 1ª Comissão Disciplinar do STJD, Felipe Bevilacqua.
Na íntegra, este blog publica e quem quiser tirem suas conclusões sobre o processo “Copa Verde”, que o Paysandu acusa quatro jogadores do Brasília que teriam jogado irregular na decisão da Copa, no dia 21 de abril.
“Senhor Auditor,
Em atenção ao solicitado pelo fax 270/2014, referente ao processo nº 074/2014 – 1ª CD, cumpre-nos esclarecer que os quatro jogadores listados na denúnica, a saber: GILMAR DE OLIVEIRA COSTA, IGOR JOSÉ MARIGO DE CASTRO, JOSÉ RODOLFO TAVARRES DA SILVA e FERNANDO JOSÉ DE ARAÚJO FRANÇA tiveram as respectivas prorrogações de seus contratos de trabalho regularmente registradas.
Contudo, em razão de reprogramação de nosso sistema de informática, tais prorrogações dos contratos de trabalho dos citados jogadores, somente foram publicadas no BID, com efeito retroativo, em 18 de junho de 2014.
Atenciosamente, Juiz Gustavo Vieira de Castro, Diretor de Registro e Transferência da CBF.
Advogado Alberto Maia, diretor jurídico do Paysandu, confirma ofício e diz que vai “lutar até o fim.”
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DE MAL A PIOR

Acusação sem fundamentação e carregada de ódio de sócio proprietário do Remo ao Cabeça, ex-presidente, Marco Antônio Pina, atual vice-presidente, e conselheiro Francisco Rosas vai parar na justiça.
Vice-presidente do Remo, advogado criminalista Marco Pina, primeiro fez representação contra Stefani Henrique (este responde processo na justiça paraense por desvio de recursos públicos) perante ao Conselho Deliberativo – CONDEL.
Manoel Ribeiro, presidente do Conselho, já se manifestou favorável a indicação de três conselheiros, que serão escolhidos nos próximos dias, para compor comissão que analisará pedido de exclusão de Stefani do quadro de sócio proprietário do Remo.
“Magnata”, como é conhecido vice-presidente remista, baterá à porta da justiça criminal com queixa de calúnia, injúria e difamação contra Stefani.
Na cível, ‘Magnata” entrará com processo de danos morais.
Em abril, Stefani Henrique foi exonerado do cargo de diretor comercial do Clube do Remo.
No Tribunal de Justiça do Estado do Pará há precesso contra Stefani Henrique por desvio de dinheiro público.
SÉRIE C
Faltando entrosamento, Paysandu volta a série C jogando mal e perde de 3 x 2 do Cuiabá.
Primeiro tempo as duas equipes congestionaram os meio-campos e os goleiros Gati e Douglas pouco trabalharam.
Falharam os zagueiros do Paysandu – Charles e Reniê – no primeiro gol do Cuiabá.
Goleiro Douglas falhou nos gols de Careca, aos 14 minutos, e Gilsinho, aos 39.
Chutando de fora da área, aos 29 minutos, Ruan fez 2 x 1 e, aos 43, Gabriel diminuiu para 3 x 2.
Atuações de Douglas e Jeferson Maranhense não corresponderam a expectativa. E fisicamente o Paysandu jogou travado.
No grupo A, Papão é o 6º colocado com 8 pontos e joga dia 27 contra o 13 da Paraíba, em Campina Grande.
SÉRIE D
Depois de um ano, Remo volta a disputar competição nacional.
Em 2012 participou do campeonato da série D no lugar do Cametá.
Em 2013 ficou seis meses sem jogar oficialmente.
Na série D, este ano, jogando em Bragança, no “Diogão”, time azulino empatou com o Moto Clube (MA) em 1 x 1, nos minutos complementares.
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PAYSANDU TEM UM NORTE

Maia pede ao Wandick uma semana para responder "sim"

Advogado Alberto Maia, diretor jurídico do Paysandu, chegou sexta-feira, 18, do Rio de Janeiro dizendo que, provavelmente, STJD julgará dia 28 (segunda-feira) processo da “Copa Verde”.
À tarde, na sede, Maia, Antônio Maciel e o presidente Wandick reuniram para tratar sobre a chapa Maia/Serra que será lançada dia 4 de julho para concorrer à eleição bicolor, conforme desejo do grupo que hoje administra o Paysandu.
Com o blog, primeiro, Maia falou sobre caso “Copa Verde” que está no STJD, no Rio de Janeiro.
“Estamos bastante confiante porque a CBF já se manifestou dizendo que os jogadores só tiveram seus nomes publicados no BID no dia 18 de junho, então, acredito que não foi dentro do período que seria de 21 de abril a 5 de maio. Estamos tranquilos”, ratificou Maia.
Sobre ser cabeça de chapa, Maia revelou que é uma grande “honra”, contudo ele pediu uma semana ao presidente Wandick para dar a resposta.
“Por reconhecerem minha pessoa, como àquela que poderá representar o grupo, mas tenho que conversar com minha família (pai, esposa e filhos) porque sabemos que as dificuldades são muito grande, muita das vezes às pessoas não medem as palavras para falar de um presidente como o Paysandu, tenho convivido bastante com o Wandick e sei que ele tem sido muito injustiçado pelo trabalho que faz no Paysandu, mas tudo na vida é um desafio e eu sempre digo que Deus nos permite sempre fazer um trabalho que a gente tem condições de fazer este trabalho. Eu acredito, sim, que com toda equipe que temos hoje temos condições de continuar este trabalho”, revelou Maia.
O importante para o diretor jurídico do Paysandu é que hoje o clube tem um “norte” e que a seriedade e a transparência o deixa feliz. “Estou satisfeito pelo meu nome ser cogitado (apoiado) e acredito que alcançaremos o objetivo”, disse.
Para o blog, não há dúvida. Maia/Serra é a chapa da situação, que será lançada dia 4 de agosto, quando o clube comemora 12 anos do título Campeão dos Campeões.
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INACREDITÁVEL: TEM CARIMBO FALSO NO CR

Pablo Coimbra: "Há interesses no CR que não é normal..."

Pablo Coimbra, 33, não é mais advogado do Clube do Remo junto ao TRT – Tribunal Regional do Trabalho do Pará.
Dia 17 de junho o jovem advogado informou à diretoria do Remo que dia 18 de julho deixaria de servir o clube como advogado junto à Justiça Trabalhista.
Conforme previu, dia 17 de julho Coimbra protocolou na secretaria do clube proposta de distrato de prestação de serviços advocatício e elencou motivos.
1DOS CONTRATOS COM OS JOGADORES DE FUTEBOL (Contratos firmados com os atletas profissionais de futebol nunca foram apresentados ao departamento jurídico… Frise-se que o departamento jurídico somente tem acesso aos contratos em tela quando há reclamação trabalhista, momento em que não há mais nada o que fazer);
2DAS PUNIÇÕES NO STJD (O Remo foi apenado com 04 partidas de portões fechados. Não recorreu pedindo a redução da pena. Como de sempre, o Jurídico não foi sequer comunicado nem ouvido);
3DA AUSÊNCIA DE DOCUMENTOS PARA A ELABORAÇÃO DAS DEFESAS (Diversas vezes o departamento jurídico precisou elaborar suas defesas sem qualquer documento);
4DA ARENA DE FUTEBOL –RECLAMAÇÃO TRABALHISTA (Dia 05.08.2014, às 9h45, na 4ª Vara do Trabalho, será realizada audiência do senhor SEBASTIÃO BRANDÃO, segundo informações o reclamante é funcionário da arena de futebol construída na frente do ginásio. Não há nenhum documento no Clube do Remo referente a este cidadão. Ressalte-se que o departamento jurídico do Clube do Remo nunca foi consultado e nunca tomou conhecimento do contrato existente com a arena de futebol, ginásio Serra Freire e outros);
5 – DO LEILÃO (Dia 15 de janeiro de 2014 foi acordado com os credores do CR, junto à Corregedoria pagamento de: a) – R$ 120.000,00 com vencimento sempre no dia 17 de cada mês; b)- Efetuar depósito de 5% da renda líquida dos jogos em que o CR for o mandante; c) – Efetuar depósito de 10% da renda líquida dos jogos contra o Paysandu. A parcela do dia 17 de abril de 2014 não foi paga no vencimento e não foram depositados 10% sobre rendas dos jogos entre CR e PSC no final do campeonato paraense. Frente aos atrasos, juízo da 13ª Vara do Trabalho de Belém declarou o acordo descumprido e determinou a realização da Praça para o dia 23.06.2014. Há pedido no TRT da suspensão do leilão e para a isenção das parcelas referentes aos meses de junho e julho de 2014. Desde maio de 2014 que o Remo não deposita qualquer valor na Justiça do Trabalho para reduzir valor da dívida. Presidente do Clube do Remo não só participou da referida audiência como autorizou expressamente);
6 – DA FALTA DE PAGAMENTO DOS ACORDOS (Ocorre que o CR não vem honrando com os pagamentos dos acordos feitos após a referida audiência…);
7 – DO NÃO CUMPRIMENTO DAS CLÁUSULAS DO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO (Clube do Remo não vem cumprindo com as cláusulas estipuladas no contrato de prestação de serviço com os profissionais do departamento jurídico);
8 – DA INDICAÇÃO DE PROFISSIONAL (Aguardo a indicação do advogado que assumirá o departamento jurídico do Clube do Remo, com a máxima urgência, uma vez que, por força contratual, a nossa prestação de serviço somente ocorrerá até o dia 18.07.14. É importante deixar claro que muitos processos ainda estão tramitando e ainda serão julgados, inclusive em outras comarcas como: Fortaleza, Porto Velho, Rio Branco, Belém e outros. Resta ainda salientar que foi constatado que há um carimbo falso com a inclusão “Departamento Jurídico”, fato que foi denunciado em reunião do CONDEL. O Departamento Jurídico nunca teve carimbo e se os contratos tivessem sido revisados pelo jurídico teria a assinatura do advogado que revisou).
O documento é assinado pelos advogados Pablo Coimbra de Araújo e Thiago Coimbra de Araújo.

CONTRATO DO ZÉ SOARES

No contrato do atleta com o Remo há cláusula de pagamento de luvas no valor de R$ 60.000,00. E cláusula compensatória no valor de 500 mil reais. “Existem vários interesses por trás – eu acredito – porque não é normal um clube de futebol ter um departamento jurídico e este departamento não ser consultado em razões de contratos que são fechados com clube, de parcerias…Então, eu penso que existe alguma coisa nebulosa por trás disso e que eu não sei o que é, porque se soubesse falaria…Mas acredito que há algo, só não sei te dizer o quê exatamente”, concluiu Pablo.
Segunda-feira, 21, os advogados esperam manter contato com o presidente Zeca Pirão a fim de saber quando receberão vencimentos atrasados.

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